sábado, janeiro 31, 2009

Para adivinhar

O que vai ser isto?













..... o meu dia de hoje, claro!!!!

Míngua de copos...

Ontem, no Ai o Camandro, o Farpas deixou um post sobre a concorrência de publicidade entre duas marcas de cerveja.
É engraçado e está bem visto aquela corrida quase lado a lado entre duas marcas.

Mas aquilo fez-me lembrar uma dúvida questão em que ando a pensar. Como um dos meus passatempos, quando me apetece relaxar e descontrair, são as séries dos canais da ‘cabo’ – já por aqui tenho falado em várias, os CSIs, Sem Rasto, Clube das Investigadoras, Núm3ros, Fbeye, Lipstick Jungle, House.... enfim, vejo um pouco de tudo - tenho reparado que só vejo usar copos quando se bebe ou whisky ou vinho (e no caso do vinho então são sempre copos de pé! )
De resto, o café é sempre naqueles «copos» de cartão e a cerveja sempre, mas sempre, é bebida directamente da garrafa ou lata.
Nas primeiras vezes que notei, pensei para mim que aquilo eram polícias, andavam com pressa, eram pessoas um pouco rudes, enfim achariam mais prático não irem procurar copos. Mas depois reparei que mesmo damas mais requintadas (Lipstick Jungle por exemplo) faziam o mesmo quando estavam juntas. Aquilo deve ser habitual. Lá nos States não devem convidar para tomar um copo, mas sim ‘tomar uma garrafa’...







Côr no Pópulo

Mais uma vez deixo aqui, em fim-de-semana, um post falando de pintura.
Neste caso a cor não será tão importante como noutros pintores, mas é um magnífico pintor, que nasceu fez há pouco 100 anos.
Pintor de um surrealismo realista, ou “realismo mágico”, aqui temos René Magritte:


sexta-feira, janeiro 30, 2009

Um, dois, três...

.... sexta-feira outra vez!

E quase finzinho do mês!
É o tempo a fugir e nós atrás dele...


E depois...?!

Assim como eu sei que a «igualdade de oportunidades» será completamente verdadeira no dia em que uma mulher incompetente atingir um lugar importante - porque agora já os atingem em muitos locais mas têm de ser competentíssimas! - também desejo o dia em que
isto
já não seja notícia.

Então sim!


Transparência


A queda

Dizem as notícias que esta semana, em Paris, estão a decorrer os desfiles de Alta Costura para apresentar os novos modelos Primavera/Verão 2009. (Ai, quem me dera a Primavera, e mais seca...)
Bem, mas vamos em frente.
Como é fácil imaginar, se a moda em si já não me dá que pensar, a Alta Costura então, pfff... a pensar nisso é mesmo para o lado em melhor durmo.
Mas, como o ser humano é maldoso, desta vez a coisa chamou-me a atenção. Quando vejo passar aquelas meninas que medem mais dois palmos do que eu e pesam menos 20 quilos, em cima de uns saltos altíssimos, a flutuar como se pisassem nuvens, fico sempre cá para mim a rogar uma praga «Ai menina, tão airosa, tão airosa, e se tropeçasses?!»
Não pode acontecer, é claro, aquilo são profissionais, né?
Pois - pimba!- desta vez foi!
Uma daquelas sílfides, com «um vestido curto branco adornado de detalhes em preto e um arranjo floral na cabeça», tropeçou e caiu
Claro, muito profissional, apoiou-se na mão, conseguiu levantar-se e continuar o desfile. Pelos vistos ninguém acorreu a ajudá-la.
Aaaaah! Portanto, elas também caem....

Tudo previsto!


Hoje deu-me para brincar, parece que só oiço coisas estranhíssimas:
Imaginem vocês que existe um site dedicado ao divórcio. Bem, até aí é normal. É uma questão que afecta muita gente e portanto faz sentido que se reúnam para reflexões sobre o fenómeno.
Mas o que já é bizarro é o uso dos números, para fazer uns cálculos que podem indicar a probabilidade de uma pessoa se vir ou não a divorciar!!!!
Uma senhora, economista (deve lidar bem com estatísticas e números) descobriu uma «calculadora do casamento» que pode prever as hipóteses de divórcio. Analisando as estatísticas sobre divórcios efectuados nos EUA, e conhecendo dados tais como idade, tempo de casamento, número de filhos e grau de escolaridade, ela prevê se o casamento é para durar ou tem os dias contados. Ah, as previsões são para cinco anos.
E esta, heim?!

quinta-feira, janeiro 29, 2009

Os FW

Desde que uma pessoa começa a brincar com um computador, se liga à net, cria um endereço electrónico, que é inevitável um jogo dos 5 cantinhos que é o receber e enviar (reenviar) uns mails especiais, criados por alguém desconhecido(?), enviados para um grande grupo, que por suas vez o reenvia para outro grande grupo, que o reenvia para outro grande grupo, que ... etc.
Sabem. É o tal FW .
E a verdade é que todos nós gostamos e participamos nisso. À medida que ficamos mais «crescidos» aprendemos que não devemos deixar os endereços das pessoas a quem enviamos quando o grupo é grande, porque pode dar azo a indiscrições ou a entrada na ‘nossa casa’ de gente menos desejável. E começamos a ‘cortar’ no reenvio apesar de recebemos de vez em quando um ou outro particularmente interessante, bem observado, inteligente, que gostamos de mandar a A, ou B, ou C. Até aproveito alguns para partilhar os aqui convosco, como sabem.
Mas, há uma espécie de ‘doença infantil’ de quem é novato na net, que é exactamente enviar tudo aquilo que recebe – e muitas vezes é imenso! Imenso em quantidade e imenso em tamanho, muitas vezes são Power-points com mais de 100 slides, que entopem as nossas caixas. Há uns brasileiros especialistas nisso.
Eu, que já me sinto veterana , grande parte das vezes basta ver o título, apago de imediato (e felizmente que o meu correio é gmail, apaga os spams óbvios!). O cómico, é que tenho uns 3/4 amigos, também amigos entre si, que sistematicamente me bombardeiam com os mesmíssimos FW, - alguns já com anos!- e, em triplicado, como se calcula. Abro o correio e apanho com «Belos animais da selva amazónica»+«Belos animais da selva amazónica»+«Belos animais da selva amazónica» com um 'recheio' de 100 slides; ou «que belo é a amizade!»+«que belo é a amizade!»+«que belo é a amizade!» com mais 50 imagens; ou «Pôr-do-sol com música»+«Pôr-do-sol com música»+«Pôr-do-sol com música»...

Help!!!!



PS - Quem me manda um, de vez em quando, sabe bem que a carapuça não lhe serve, OK?...


Ouvir música muito alto



Não sei se será de geração porque na minha, antes da vulgarização dos phones, quem quisesse ouvir fosse o que fosse uns decibéis acima do que agradava a quem estava perto, ouvia um ralhete e moderava o som. Com estas aparelhagens que fazem com que
o barulho a música entre logo para dentro do ouvido, só o próprio sabe a que altura está a ouvir a sua música.
Contudo, não é de agora, já há vários anos que me tinha chegado a história de um ou mais rapazes que queriam ir para a aviação e não foram aceites no curso porque segundo o exame médico a sua capacidade auditiva estava afectada. Ou excesso de discotecas, ou demasiada altura no som dos seus mp3, o certo é que eles tinham perdido parte da audição.
Vem agora uma notícia dizendo que «há cada vez mais jovens a procurar ajuda médica por apresentarem um nível de audição muito fraco, igual ao de uma pessoa com 60 anos»
Os otorino concordam que não é nenhum vírus estranho, nem uma maldição, a causa é apenas ouvir música com um volume demasiado elevado. Explicam que os aparelhos de MP3 têm um sistema que limita a fuga de som, por isso, a intensidade que atinge o ouvido interno é muito maior. "Dá-se uma fadiga das células auditivas, o que faz com que os jovens aumentem ainda mais o volume, levando assim à surdez".
E é um ciclo vicioso – 1) ouve-se alto, demasiado alto, 2) como se começa a ouvir mal eleva-se ainda mais o som, 3) que vai aumentar a surdez, 4) o que por sua vez vai fazer que se oiça ainda mais alto... etc.
Por vezes passam por nós na rua, carros com o rádio de tal forma alto que mesmo de vidros fechados o som é excessivo para quem passa. Vejo agora que eles não nos estão a provocar, afinal estão é surdos...

Vergonha

Foi notícia na comunicação social a opinião da DECO sobre diversos lares para 3ª idade que visitou. Estes situavam-se na região de Lisboa, mas estou plenamente convencida que se alargasse as visitas à grande maioria dos que se espalham por esse país fora, a opinião não seria muito melhor.
Este assunto, da situação das pessoas mais velhas na nossa sociedade é muito doloroso e merece um ou vários posts, mas do que queria falar agora era mais especificamente de um caso.
Um dos Lares que foi considerado em tão mau estado que deve ser encerrado é o de Santa Maria de Marvila.
Ora a Mansão de Santa Maria de Marvila é um espaço que um empreiteiro, bem aconselhado por uns bons arquitectos, poderá poderia vir a transformar numas residenciais de grande luxo. Um edifício bastante antigo, século XVII segundo creio, inicialmente um convento com grandes espaços, capela, jardins, salões... De convento passou a Asilo, no tempo em que ainda assim se chamavam a esses locais e ainda antes do 25 de Abril passou a ser Mansão de Santa Maria de Marvila um recolhimento para pessoas carenciadas. Desde aí foi gerido sempre pelo Estado, com altos e baixos, mas era dos poucos locais na área de Lisboa onde havia uma resposta em grande escala para clientes da Segurança Social.
Na época em que Fernando Negrão esteve a ‘dirigir’ (?) o Ministério que creio que à data se chamava «Ministério da Segurança Social, da Família e da Criança» várias coisas aconteceram. Esse senhor que vinha das polícias deve ter considerado que o Ministério que estava a receber era grande demais para as suas capacidades e decidiu cortá-lo em fatias e oferecer os pedaços do bolo a diversas Instituições Particulares. Começou a fazê-lo com vários Infantários, e ofereceu também a Mansão de Marvila à famosa Fundação D. Pedro IV. Tinha o descaramento de dizer em público, que os particulares tratavam melhor as crianças e os idosos do que o Estado (neste caso ele, que o representava)
Está à vista. A degradação é tal que nesta momento a DECO considera que é uma das Instituições que devem fechar...

Um tema muito sério

Tenho linkado no meu blogroll, um blog muito importante chamado «Caminhos da Memória».
Quando ele apareceu falei nele mas desde aí não voltei a fazer referência apesar de valer muito a pena uma visita com frequência.
Desta vez queria chamar a atenção para que desde segunda-feira passada que tem saído uma série de posts da Diana Andringa sob o título:

«Falar» na polícia

Para quem é mais velho vale a pena relembrar, para quem é novo é um boa informação.
Passem por lá.



De João Abel Manta (imagem tirada de lá)

quarta-feira, janeiro 28, 2009

A vida a cores




Li a história ontem no JN. Aliás a notícia vinha acompanhada de 2 vídeos amadores -
este onde se vê o momento dramático, e este outro com a entrevista a quem conseguiu que a história acabasse bem.
Não vi telejornais, mas duvido que a notícia fosse dada com muito realce. Afinal foi uma história que acabou bem, e aquilo que ‘vende’ são as histórias que metem medo...
Esta foi simples: um homem estava a passear o cão à beira-mar, veio uma onda muito grande e apanhou-o. Perante os gritos de quem assistiu, algumas pessoas atiraram-se à água e conseguiram tirá-lo a tempo de - apesar da hipotermia grave, que a água devia estar gelada – o salvar. Num dos vídeos um dos rapazes diz de um modo ingénuo que se atirou sem ter pensado em tirar a carteira nem telemóvel...
Como eu disse a história acabou bem e não deve vir a ser muito falada. Pelo menos não vi referida noutros jornais com o mesmo realce. E, o certo é que nos fartamos de ouvir falar de roubos, de crimes, de vigarices, de ... insegurança por todas as formas e feitios. Parece que nos querem vender a ideia de que estamos rodeados por monstros e temos de estar em permanente alerta e desconfiança.
Sem cair no outro extremo (porque é certo que as coisas más acontecem) não seria má ideia dizer que nem tudo é cinzento e também existem cores e pessoas generosas e corajosas.

(e, já agora, pelo nome e sotaque um deles era imigrante, tudo indica. Esses 'terríveis' imigrantes...)

À pesca

O Bastonário dos Advogados, sobre quem não me atrevo a ter opinião porque dá várias no cravo mas também umas tantas na ferradura, deu uma entrevista altamente polémica.
O senhor, entre várias coisas, declarou que as buscas a escritórios de advogados tal como foram feitas se assemelha a terrorismo de Estado, porque os mandatos vão em branco.
Considera que os polícias devem levar «a identificação daquilo que se pretende», para evitar que vasculhem os computadores dos escritórios e retirem «tudo o que lhes convém».
Assim à primeira vista parece justo. A não ser que andem realmente às apalpadelas, e essas leituras dos computadores sejam uma pesca à linha rede.
A verdade é que mal o homem se calou e logo houve um coro de protestos!
A Associação Sindical dos Investigadores da Polícia Judiciária declara que as palavras de Marinho Pinto são «actos de terrorismo», numa certa baralhada entre palavras e actos; a Associação Sindical dos Juízes afirma que ele lança «areia» para os olhos das pessoas; e Fernando Negrão considera que as palavras do bastonário são «causadoras de alarme social»
Mas por outro lado, Proença de Carvalho (olha que quem...) pensa que as buscas a escritórios de advogados com mandados em branco são de repudiar.
Mas porquê só a ‘escritórios de advogados’?

Assim, para uma leiga, um mandado em branco parece uma prepotência.

Mas talvez eu não esteja a ver bem a coisa...

Alguém falou em doping?....


terça-feira, janeiro 27, 2009

Coscuvilhice

E a dona também!


Fait-divers:
Um árbitro de futebol expulsou um papagaio de um jogo porque o bicho imitava o seu apito, o que certamente causava bastante confusão.
Para além disso parece que tecia considerações sobre os jogadores chamando-os «jeitosos». Como esta encenação só é possível porque a dona do bicho o treinou, com a expulsão do papagaio a dona foi junto de certeza.
Mas para quem deve gostar de dar nas vistas (só pode ser!!!) se calhar valeu muito a pena. Mais do que isto é quase impossível.

Mas, como é?...

Como todos os que me visitam sabem, eu vivo em Lisboa.
Num bairro até relativamente central. Ora no espaço aí de uns 10 dias já por 3 vezes o meu bairro ficou às escuras durante uns largos bocados – não tenho controlado o tempo mas aí perto de uma hora de cada vez.
Ontem de novo, andei por aqui muito tempo a cozinhar à luz da vela, bonito mas pouco funcional.

Deve ser a «culpa» do frio.
Com temperaturas baixas, acende-se mais os aquecimentos eléctricos e a corrente vai abaixo. Entende-se. Mas também se entende que a situação deveria estar a ser prevista, os meteorologistas avisaram até com muita insistência sobre a tal vaga de frio. E cá por mim, ou seja, na minha casa, os aquecimentos que existem este ano são os mesmos do ano passado...
Mas há uma coisa que me faz espécie:
Os nossos salários, são aquilo que se sabe. O salário mínimo português é dos mais baixos da Europa em proporção ao custo de vida e poder de compra. Mais baixo, como sabemos que o de Espanha.
Então como é que a nossa electricidade está mais cara 64% do que em Espanha???
Mais do que isso, como é que ainda conseguimos acender radiadores?
Como disse, na minha casa creio que não o tenho acendido mais do que o ano passado, mas estas panes sucessivas não me auguram nada de bom.
Até estou a tremer qual irá ser a conta da electricidade do mês que vem...



Nostalgia

Afinal as recordações também são como as cerejas, não são só as conversas.

Ontem escrevi uma coisinha curta sobre o Ano Novo Lunar. Sabia que quase todos os anos, desde que escrevo em blogs, faço uma referência a essa Festa que para mim permanece das recordações mais agradáveis dos anos que passei no Oriente. Mas, por um lado estava com pressa, não dava para me pôr à procura e, por outro, perdi-me no meio da escrita que tenho feito, portanto desisti de deixar links para lá.
Como muitas vezes acontece, o Farpas que vela discretamente por mim, veio aqui e deixou ele esses links que eu não achava... Tudo impecável.
Claro que depois fui eu que fui atrás deles. E vieram as recordações todas!...
É curioso que quando dei os meus primeiros passos, muito incertos aqui pela blogosfera, corria o ano de 2004 e foi num blog que estava ‘aberto’ a quem quisesse participar, chamado
Cão de Guarda - que ainda existe com esse modelo. Eu assinava ML (como podem confirmar...) e, sensatamente, escrevia um post por dia. Com essa produção pequenina, e ainda muito verde nestas coisas, antes de publicar o escrito guardava-o em word. Tudo muito arrumado, mas... uma vez que o pc crashou lá se foi a pastinha e os meus cento e tal posts! (Ehehehe... Só aqui tenho agora mais de 3 mil e muitos!) Percebi que afinal era mais seguro o blog do que o meu pc!
Depois disso estive cerca de um ano e meio no Afixe e aí comecei a escrever mais. Estimulada por ser um blog colectivo e haver muito movimento aprendi lá algumas técnicas, fiz amigos, 'entrei' na blogosfera.
À saída abri então o Pópulo em individual e cá tenho continuado.
Mas o certo é que ontem, quando me deu para passear por aquilo que escrevi nesses tempos passados senti imensas saudades. É mesmo um bocadinho da minha vida que ali está. E da sociedade onde vivo. E dos meus sentimentos. Dos meus amigos. Das diversas histórias engraçadas ou tristes que fui contando aqui. Recordei um passado («Era uma vez..») que para mim foi importante. Revivi Abril. Li livros, vi filmes, ouvi músicas, apreciei quadros.

O que é um blog, já viram?...

segunda-feira, janeiro 26, 2009

Palavras-chave

É já velha aquela anedota da loira (tinha de ser) que uma vez contou aos colegas que andavam a tentar adivinhar qual a password do pc do patrão, que tinha espreitado e já a sabia. Triunfante explicou: «É fácil! É *******, são só 7 estrelinhas!....».
Mas essa história de descobrir passwords parece não ser assim muito, muito difícil, pelo menos para quem se dedica ao assunto e sobretudo se os ‘investigados’ são um tanto ingénuos.

Dizem que
«um em nove cibernautas utiliza pelo menos uma das passwords de uma lista que por aí circula e, mais ainda, um em cada 50 utiliza uma das 20 piores palavras-chave».
Quais serão as melhores?
Estranhamente, parece que muita gente opta por escrever exactamente «password»! Também se usa muito «dragon» e «mustang», isto quando é em língua inglesa, decerto. Depois vêm séries de números do tipo 123456, ou o mesmo algarismo, 555555 ou 777777. Que raio de falta de imaginação!
Parece que logo depois aparecem nomes de séries como a Enterprise, ou Star Trek.

Contudo uma das regras diz que nunca deve ser uma palavra comum, ‘alegria’ ou ‘felicidade’, não servem e, pelo que imagino, nomes de clubes de futebol também não deve ser seguro.
Não deve ser curta, pelo que vi quanto mais comprida melhor, deve ter letras e algarismos misturados, mas penso que datas também são vulneráveis.

Enfim, uma confusão....

E vocês, têm uma palavra 'segura'?

“Kung Hei Fat Choi”




Começa hoje o «Ano do Búfalo» !
Com a popularidade que se tornou moda das astrologias, signos, e esses poderes um tanto estranhos dos astros mas que pelo sim, pelo não se vão conhecendo, os ‘signos chineses’ já fazem parte da nossa cultura e conhecimento.
Sabemos que, ao contrários dos nossos, são anuais, mas são também 12:
Rato, Búfalo, Tigre, Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Cabra, Macaco, Galo, Cão e Porco.
Todos estes signos têm qualidades é evidente. Dizem que este está ligado ao trabalho à persistência ( o nosso «Touro» parece que também...)
Mesmo com crise, as Festas que são uma tradição fortíssima, vão ser na mesma grandes.
As festas do Ano Novo Lunar são de um esplendor difícil de imaginar para um europeu, porque ultrapassam de muito longe quaisquer das nossas festas anuais: É Natal, Reveillon, Carnaval, Santos Populares, tudo junto em 3 dias fantásticos!
Decora-se a casa de novo, compram-se roupas novas dos pés à cabeça, as ruas estão enfeitadas, as casas também, os jardins também. Rebentam ‘panchões’ (não se lhe pode chamar foguetes porque têm a força e o ruído de centenas de foguetes!), faz-se a Dança do Dragão, há concurso de fogos de artifício...
Indescritível!
É a FESTA.
São só 3 dias mas valem por todo o ano!

«Um país, dois sistemas»

Era a China que tinha inventado esta ideia «Um país, dois sistemas» pretendendo com isso sugerir a unificação da China, porque Taiwan era também China ( o mesmo país) guardando o seu ‘sistema’ político.
Muitas vezes quando sei de coisas que se passam na nossa terra imagino é que vivemos em dois países, com sistemas tão diferentes que custa a aceitar que respiremos o mesmo ar, e estejamos debaixo do mesmo céu.
Semana sim, semana não sim, vamos conhecendo mais histórias ‘interessantes’.
Desta vez trata-se de uma coisa chamada «Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos» que existe para... fazer cumprir as disposições legislativas para o sector energético. Já isto é estranho, na minha forma de pensar. Para fazer cumprir as leis existem polícias várias, tribunais, e até há livros de reclamações e amarelos que têm a função de receberem queixas. Mas não. Decidiu-se que para a energia era preciso algo de especial, com uns senhores que tinham um estatuto também especial: por um lado são gestores públicos (?!) mas o regime aplicado aos membros do conselho de administração da ERSE foi aprovado pela própria ERSE.
Estão já a ver?
Portanto, o senhor que era presidente daquela coisa, recebendo o pequeno ordenado de 18 mil euros mensais, mais subsídio de férias, subsídio de Natal e ajudas de custo, aborreceu-se e despediu-se. Despediu-se ele próprio.
Se um de nós enlouquecesse e fizesse tal coisa, a nossa empresa ficaria toda contente porque lavava as mãos – o problema passava a ser nosso, não nos devia nadinha. Mas naquela caso não, como os estatutos foram eles que os escreverem, esse senhor vai receber 12 mil euros por mês ( 2.400 contos) durante dois anos, até encontrar um novo emprego.
Mas que bom!
São mesmo dois sistemas, ou serão dois países?

Horror

A notícia vem da semana passada, mas nem é a actualidade que interessa é a história em si.
Um rapaz, ainda bastante novo – 20 anos – entra numa creche armado de facas, machado, e ... usando um colete à prova de balas (!) e ataca de um modo cego, e a matar, as crianças que vê à sua frente assim como a pessoa que as quis proteger.
Já estávamos a costumar a ficar «habituados» a cenas assustadoras passadas em escolas. Atiradores, muitas vezes alunos dessas escolas, entravam lá armados e disparavam à doida matando toda a gente que estivesse ao seu alcance. Algumas vezes terminavam com o suicídio. Isto repetiu-se por várias vezes e em vários países deixando-nos sempre estarrecidos e apavorados.
Mas (se é que pode existir um «mas» nestas histórias) nos outros casos eram ataques aos seus ‘pares’. Desta vez o assassino vai atacar bebés! E, requinte ainda mais horroroso, fá-lo com facas e machado, não é o tiro de uma bala à distância, neste caso existe uma proximidade enorme com a vítima.
As notícias ainda não explicam nada.
Porquê?!
Mas poderá alguma vez encontrar-se um «porquê»? Como pode um doente mental tão grave andar à solta?....

domingo, janeiro 25, 2009

Publicidade e humor

A cor está na moda!!!

Cartazes de filmes antigos

Em 1953 diziam que «Os homens preferem as loiras»...



.... e hoje têm tão má fama!

Uma música ao Domingo

Não disse nada no dia em que ele desapareceu, por ter decidido que não escrevia mais no Pópulo notícias de necrologia. É que são tantas que fico demasiado amarga...
De qualquer modo, a primeira «Música ao Domingo» tinha de ser para ele.
João Aguardela que nos deu «Os sitiados»:



ou a Naifa:


sábado, janeiro 24, 2009

A fotografia



1º Estas fotos são dedicadas ao Shark, que tem uma galeria de fotos assombrosa.
2º Não vou escrever mais nada neste post para deixar apenas as imagems em toda a sua glória. Por favor, cliquem nelas para a deixarem encher o monitor. ou não tem piada nenhuma.
Já a seguir vai o post de explicação...

A fotografia II

É uma magia.
A «cristalização» do tempo.
Eu não sou lá grande fotógrafa, talvez porque o meu pai o era, e lá em casa se deixava ao seu cuidado essa coisa de ‘fixar para a eternidade’ os momentos mais importantes quer da nossa vida, quer das nossas emoções (que, como sabemos, também se vêm em fotografia).
Agora com a chegada das máquinas digitais a coisa ficou muito fácil, deixou de ser aquela arte que era nesse tempo do meu pai, e é mais nítida a diferença entre os milhões de fotógrafos amadores e aqueles que sabem o que estão a fazer!
Mas volto ao princípio: a cristalização do tempo. Deixei aqui em cima uma imagem de um montão de flores. Foi fotografado no Verão, no meu quintalinho. Nessa altura, jeitosa como sou, coloquei a máquina em cima de uma mesa, depois dei-lhe um encontrão e ela caiu no chão de pedra... Cuidei que a tinha estragado irremediavelmente!
Passaram meses, não voltei a pensar nela, mas há uns tempos decidi perguntar se aquilo tinha arranjo. Afinal tinha e nem foi assim muito caro, pelo que recuperei a máquina e pela primeira vez consegui ver as fotos que tinha tirado no Verão.
Se calhar ainda aproveito algumas para deixar aqui no blog, mas o que me fez parar para pensar foi exactamente as que tinha tirado aos canteiros do meu quintal, minutos antes de a deixar cair ao chão. Nessa altura aquilo eram manchas de cor que cobriam tudo. Mas... agora já nem me lembrava.
É que hoje, em pleno Inverno, naquele local vê-se apenas uma tira de terra castanha com umas pintas verdes de umas ervas daninhas. Uma desolação.
OK. Contudo ao ver aquelas imagens volto a acreditar que afinal o ano é feito de várias estações e daqui a uns meses a vista que terei será de novo esta:



PS - Se estão a pensar que é uma metáfora, é mesmo!


sexta-feira, janeiro 23, 2009

Gelo!!!!

Isto sim, é frio a sério...
Nós somos mesmo uns fraquitolas.
Na terça-feira caiu uma chuva de pedra aqui em Lisboa e ficámos todos excitados...
Que mariquinhas!

Ora vejam lá na China:




..."prolongar exageradamente a vida"

Apesar de tudo fiquei surpreendida.
O padre Feytor Pinto, num colóquio intitulado "Eutanásia e o direito a vida", declarou "A Igreja é contra a eutanásia [precipitação da morte], mas também contra o prolongamento exagerado da vida [distanasia], contra o encarnecimento terapêutico"
Costuma-se dizer que uma grande caminhada começa com um pequeno passo. Aparentemente este é o tal pequeno passo.
O direito a uma morte digna, que mais tarde ou mais cedo será aceite pela sociedade como uma forma de profundo respeito por quem não tem já salvação e deseja o fim, está a desenhar-se no horizonte.

Aliás até as expressões populares o dizem já há muito.
Ainda ontem ouvi uma pessoa dizer de outra, de lágrimas nos olhos «Ah, que Nossa Senhora se lembre dela!».

E este «lembrar-se» era exactamente acabar com o seu sofrimento.
Pelos vistos, alguns sectores da Igreja começam a sentir o mesmo.


Claro que as autoridades devem fazer o seu trabalho

O senhor Primeiro Ministro lembra que o «caso Freeport» já vem desde as eleições de 2005. Lá isso é verdade. E em 4 anos parece que ainda o caso não foi concluído.
Ele deseja que as autoridades judiciais sejam rápidas e imagino que esse desejo seja partilhado por muita gente.
Sem olhar a relações familiares ou a amizades
É que este país parece proliferar de tios empresários e sobrinhos taxistas.
Ai a família...

Biblioteca(s)


De vez em quanto falo por aqui de livrarias e bibliotecas, que é tema que me interessa. Mas desta vez é de uma muito especial que venho falar, uma enorme biblioteca virtual, ou antes a Biblioteca On-line Europeana.
Imaginem uma biblioteca com… mais de dois milhões de obras! E isto é o início porque se espera que em 2010 a Europeana dê acesso a uns dez milhões de obras (!!!)
Ou seja, os Estados Membros da União Europeia criaram uma biblioteca que todos podem consultar com polos em todos os países.
Tem «livros, mapas, gravações, fotografias, documentos de arquivo, pinturas e filmes do acervo das bibliotecas nacionais e instituições culturais dos 27 Estados Membros da UE»
Impressionante, não?

Parece que desde que abriu (ontem? anteontem?) teve mais de dez milhões de visitas por hora, o implicou naturalmente que o site foi abaixo e vai ter de se duplicar a sua capacidade. Mas vai acabar em bem, de certeza.

quinta-feira, janeiro 22, 2009

O «aperto-de-mão»

O cumprimento habitual, entre duas pessoas que não se conhecem muito bem, é um aperto de mão.
Hoje em dia, quando uma das pessoas é uma mulher, já se tornou um hábito o «beijinho social» mas, apesar de tudo, só em certos casos. Quando o guarda-nocturno me vem cobrar o tributo mensal, recebo-o com aperto de mão e não de beijinho. O senhor que me vem fazer o orçamento de um arranjo doméstico, idem.

Mas eu considero muitas vezes que as pessoas deveriam aprender a apertar a mão!
Porque chama-se assim, e é disso que se trata. A-per-tar. Ou sacudir um pouco = shake hand, na expressão inglesa. Com alguma delicadeza, é certo - há quem nos meta a mão num verdadeiro torno, e quando a conseguimos retirar ela até está dormente com o apertão que apanhou. É um exagero, sem dívida. Não gosto.

Mas ainda gosto menos daquelas mãos completamente moles. Gnhag...

Tive ontem mais uma dessas desagradáveis experiências. O tal senhor que veio à minha casa tirar umas medidas necessárias para o orçamento de uma obra.
O homem até era simpático de aspecto, mas a mão que eu apertei tinha tanta energia como a perna de frango que comi ao jantar.

Pensando melhor creio que a perna de frango era mais dura. Por vezes imagino se quem estende assim a mão estará à espera que a gente a beije?...
É que aquela mão pendurada, tão inerte e mole, não deve ser para dar um aperto de mão com certeza...

Transparência

Se eu fosse muito dada a «teorias da conspiração» até me punha a imaginar que era de propósito!
Já mo tinham dito, e agora encontrei a notícia num jornal.
O Governo criou um «Portal» onde quem quiser poderá consultar os Contractos que se fizeram na Administração Pública.
Muito bem.
Assim, à primeira vista, nem deve haver melhor, cada um, no conforto da sua casa, com um portátil ao colo, pode meter o nariz nas despesas que as autarquias e empresas públicas andam a fazer. Belo.
Mas...
Pelos vistos aquilo é uma enorme confusão, e encontram-se lá valores completamente absurdos É evidente que uma fotocopiadora não pode ter custado 6.5 milhões de euros, nem o arranjo de uma porta pode ter custado 50 mil euros como li noutro sítio, ou o papel higiénico já não sei para que autarquia ter sido mil vezes mais caro do que em qualquer supermercado...
E o curioso é que esses absurdos foram sempre por excesso, verbas tão inflacionadas que mesmo com a maior má fé não se poderia acreditar (apesar de eu já ter lido por aí nuns blogs a expressão de indignação de quem, decerto, não pensou duas vezes)

Como disse, não sou muito dada a teorias da conspiração ou então até podia pôr-me a pensar que é de propósito. Se não se pode evitar que as contas sejam inspeccionadas, então arranje-se uns números tão absurdos que tudo cai pela base...
Pode ser?!

Ideia infeliz

Eu gosto muito dos Açores.
Fui lá muito poucas vezes e tenho verdadeira pena de não ir com mais frequência. Aliás esta minha opinião é partilhada por muita gente que conheço, ou seja não se vai mais vezes passear aos Açores não por ignorância ou não nos despertar interesse mas... porque as viagens são caras. Tão simples como isso!
Agora o Turismo dos Açores lançou-se numa campanha. Decidiu promover a terra. Muito bem. Não tenho nada contra que mostrem os locais mais bonitos, a sua gastronomia, a flora, as canções, tudo aquilo que faz daquelas ilhas um local belíssimo.
Mas alguém teve uma ideia: chamar a atenção de um modo que considerou original. E, vai daí, decidiu colocar alguns animais vivos em locais centrais de Lisboa. Um deles foi a Praça de Espanha onde podemos ver umas vacas (que até nem são açorianas) a pastar.
Tivesse isto sido na Primavera, e ainda seria um pouco criticável, porque a poluição de um dos locais onde passa mais trânsito nesta cidade não seria muito benéfico à saúde dos animais. Mas não. Esta acção foi decidida para o pico do Inverno, numa altura onde as temperaturas são baixíssimas!
A primeira pessoa que me chamou a atenção, estava indignada. Tinha passado por ali às 5 da manhã e nem queria acreditar, ao ver os animais ali debaixo de uma chuva gelada. E, devo acrescentar que já falei com muita gente e ainda não ouvi uma voz a defender esta triste ideia!...

É só para dizer que não é oferecido!

Pagar um euro seja por aquilo que for, para um alemão com o nível de vida de lá, é ser completa e totalmente simbólico!...
O telemóvel G1 vai a fazer esse lançamento a 2 de Fevereiro.

Contrapartida (?):
Tem de funcionar de um certo modo, ou seja fazer um contrato com a T-mobile do Google.
Parece fascinante, se vai concorrer com o iPhone


Qual será a 'armadilha'....?
«Quando a esmola é muita...»

quarta-feira, janeiro 21, 2009

Um mundo ‘um pouco’ louco!

Há realmente coisas que temos de ler duas vezes imaginando que da primera não entendemos bem, de tal modo é estranho.
É certo que o Japão é conhecido como sendo um país onde os habitantes têm dinheiro - e trabalham muito!- mas por outro lado são um tanto solitários. É do conhecimento geral. (Ser do «conhecimento geral» muitas vezes também significa que pode não ser verdade)
Mas esta é surpreendente!
Ter um animal de estimação pode dar um pouco de trabalho. Sobretudo os cães que é necessário ir passear com eles; os outros bichos que eu me lembre são mais ‘domésticos’ como é o caso dos gatos que não precisam de ‘passeios’ dão-se bem se estiverem sempre em casa.
Mas mesmo assim, lá no Japão podem alugar-se (não sei se a expressão será esta) gatos.
Existem uns ‘cat cafés’, onde os frequentadores podem gastar uma hora a fazer festinhas a um gato. Coisa barata, aí por uns 10 dólares podem fazer imensas festinhas, que uma hora ainda é muito tempo!
Diz a notícia que a maioria dos clientes são homens solteiros.
Imagino bem que sim.
Se fossem casados e eventualmente com filhos não deviam ter assim lá muita disposição para pagarem para terem um gato ao colo.
É que as crianças (e mulheres) também gostam de festinhas.

O pior é que não se podem usar só uma hora...

Já lá está



E

está o discurso de tomada de posse inaugural, como eles chamam.

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E agora os críticos vão passar à fase de se ver tudo a 'preto e branco', (neste caso a expressão é traiçoeira) do tudo ou nada.
Talvez não.


Imagem roubada ao 5 Dias

Admitir os erros

... só fica bem.
Afinal é com os erros que aprendemos.
Aprendemos a andar a poder de trambolhões. Aprendemos a falar dizendo palavras mal pronunciadas. Aprendemos a agarrar as coisas depois de muitas vezes medir mal as distâncias. A vida é feita de tentativa e erro e o erro é um modo de aprender.
Ou seja, o que é mal é não o reconhecer, porque assim não se pode corrigir nada e ... não aprendemos!
A Protecção Civil admite que estava mal preparada para esta última vaga de frio. A verdade é que não é normal no nosso país haver um frio tão grande. Muito bem.
Não sabia que devia mandar fechar as estradas com mais antecipação.
«O sistema de protecção civil tem de ser mais assertivo, nomeadamente no que toca aos cortes de estradas e às comunicações» disse o responsável, aceitando que existiu “um atraso na assistência às pessoas como as que ficaram bloqueadas em estradas cortadas».
É assim. Reconhecendo que as coisas não correram sobre rodas (mesmo que tivessem correntes) que se avança.
E também quanto aos transeuntes seriam bom terem consciência que se não se pode passar... não se pode passar!
Ponto final.



Não é publicidade, mas é enganosa...

Ora reparem: uma pessoa lê «Saiba como evitar a demência» e, se não o é, (ou cuida que ainda não o é) fica interessado.
Eu, pelo menos, fiquei! Já me sinto suficientemente maluquinha para reconhecer que se existisse assim uma espécie de vacina, ou pelo menos um conjunto de práticas que me garantissem uma boa saúde mental, era coisa interessante.

Vamos a isso!
Bem, ao clicar na imagem que se vê em baixo, vou dar a um título bem mais soft: Extrovertidos e tranquilos com menos risco de demência.
Bom, não é o mesmo.
Por esta frase fico é a saber que
há menos risco o que é diferente de evitar, o estado de loucura nas pessoas que são tranquilas e extrovertidas. Mas isso é um aspecto de personalidade, será impossível difícil alterar.
Depois vamos ler o resto e é exactamente o que me estava a parecer «As pessoas tranquilas, extrovertidas e com uma vida social activa e participativa têm menos probabilidade de sofrer de demência que os indivíduos introvertidos que se enervam com facilidade e estão socialmente isolados». Bem, isso é alguma novidade? Parece uma questão de bom senso, quem se angustia com mais facilidade ficará emocionalmente mais frágil, e portanto mais facilmente perdem a saúde mental.
E depois? Será que a notícia diz alguma coisa que não soubéssemos todos? Para mim aquela 'chamada com imagem' logo no topo é claramente enganosa. Força a ler uma notícia que adianta muito pouco ao nosso conhecimento.
Enfim, jornalismos...


Duas semanas

Vejam lá!
Se em duas semanas a situação económica já não era o que é, e o orçamento anda ali aos trambolhões, quando chegar a vez de ser votado onde é que ele já anda?....
Já se pensa em orçamento suplementar, mas pelo que entendo vai haver um suplementar ao suplementar do suplementar.
Ai, ai, ai...
Como é que era o original que já me perdi?

terça-feira, janeiro 20, 2009

Então é isso !...

Acontece-me.
Há alturas onde oiço notícias ou leio histórias que me parecem completamente «do outro mundo», bizarras, estranhas. Começo a ouvir um senhor importante, daqueles que são convidados a ‘analisar’ o momento económico, ou as questões da saúde, da justiça, da educação, e o que oiço parece um absurdo, palavras de alguém que não vive o nosso normal dia-a-dia ou então não vive em Portugal. Fico muitas vezes assim, como que apalermada.
Mas já descobri: é do café!

Afinal é só do café.
Beber grandes quantidades de café pode fazer com que uma pessoa tenha uma maior tendência para sofrer alucinações
Devo concluir que esses senhores não dizem nada daquilo que me parece ter ouvido. Estou é com alucinações – que parece pode ser quer auditivas quer visuais – e a culpa é do café.
Gosto muito.

Bebo vários.

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E depois, zás, oiço coisas que ninguém pensou em dizer.

É isso.

Buraquinhos nos dentes

Oh!
Se calhar todos vocês já andam fartinhos de saber. Aliás quando fui procurar «vacina contra a cárie» encontrei dezenas de referências, mas eu tenho andado muito distraída e não sabia que existia.
Mas dizem que sim. Que está por pouco. Que desde 2005 se anda a investigar mas agora já está quase à vista a comercialização de uma vacina contra a cárie dentária
Nos ratinhos foi aprovada. Vão experimentar em macacos, e logo a seguir no animal que se segue...
Uff... Se isso se consegue, apesar de não ser uma das doenças que nos preocupa mais, é cá um alívio!!!

Obama


É hoje a tomada de posse.

Creio que já se disse quase tudo sobre esta eleição: as esperanças, as ilusões, a realidade.
De positivo o alívio pela saída do homem que durante tantos anos dominou o país mais importante do mundo e o meteu numa guerra estúpida e inútil que não melhorou em nada a vida de ninguém.
O novo presidente é um símbolo e tem uma carga enorme em cima de si.
É praticamente impossível corresponder às expectativas, e vai receber em herança uma situação muito desfavorável quer na sua terra quer por todo o lado.
Mas o que se pode ter a certeza é que melhor presidente vai ser.
Só pode mesmo!

E se virem AQUI para além da novidade da sua raça, outra novidade é que ele é mesmo nos mais novinhos...


segunda-feira, janeiro 19, 2009

Salpicos alegres

O meu roupão é branco.
Sei que não é uma escolha sensata, o branco é uma cor (?) que se suja muito, ou antes «onde se nota facilmente a sujidade», e andar a lavá-lo com muita frequência faz gastar água e detergente e não prolongará a existência da dita peça de vestuário.
Mas, enfim, gosto do branco e sobretudo no que se relaciona com dormir escolho muito roupas brancas.

Ora, dada esta explicação, volto ao início: tenho um roupão branco que visto quando me levanto ou quando me vou deitar mas, de um modo geral, quando vou para a cozinha costumo estar vestida normalmente.
OK, acontece porém que às vezes, sobretudo ao fim de semana, passo uma parte da manhã com ele vestido.

Passou-se isso ontem. Ainda com ele vestido, decidi adiantar o almoço mas... - atenção!- tive o cuidado de pôr um avental.
Portanto imaginem-me, toda de branco com um aventalinho. Já está imaginado?
Bem, um dos cozinhados levava molho de tomate. É bom, não é? Sabe bem. Mas muitas vezes espirra para caraças, e quando olhei para mim parecia que tinha varicela, pintinhas vermelhas por tudo o que era sítio!...
Já estava, já estava, encolhi os ombros e passei ao acompanhamento que era esparregado. Quando estava ainda um tanto líquido, e a colher de pau metida dentro do tacho, dou uma pancada no cabo da dita, aquilo parecia uma catapulta - salta de lá uma boa dose de salpicos verdes!

Agora o cómico é que quando me fui arranjar no final, despi um roupão às pintinhas verdes e vermelhas com o 'desenho' impecável de um aventalinho branco...

Foi o que se salvou, aquele espacinho!