sexta-feira, janeiro 19, 2007

Os partidos da nossa direita e os seus chefes

A coisa anda preta.
Lá no CDS o Nuno Melo anda ofendido e vai abandonar a liderança da sua bancada.
A alternativa? Parece ser a auto-gestão! Não está mal.
Depois, lá no campo do PSD, parece que como Santana Lopes anda a levantar a cabecinha (chateou-se de ‘andar por aí’ pelos vistos) o outro primeiro líder (?) não gostou.
«Qué lá isso?! Quem manda aqui sou eu!» de modo que anda muita tensão no ar…
Que ralada que eu fico.
Ai, ai…

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Não tem nada que saber!



(nota- escolhi a versão com legendas, por receio de que não 'apanhassem' o italiano mas se calhar não era preciso que é tão claro!)

A «pílula dourada»



Pelos vistos a corrupção não é exclusiva de nenhuma classe profissional. Toca a todos embora a uns mais do que a outros…
Este caso faz pensar.
Um médico que receitava 95 receitas por dia, fartava-se de trabalhar, coitadito. Ou só tinha doentes em estado gravíssimo, será outra hipótese. Mas parece que a Inspecção Geral de Saúde achou que aquilo era fartura a mais e decidiu investigar.
Estas histórias não são de hoje. Ouve-se falar destes casos de vez em quando e o chato é que muitas vezes paga o justo pelo pecador, porque muita gente tem o costume de generalizar e atirar logo
Pois! Os médicos são…»
[ou «os motoristas são» ou «os jornalistas são», ou «os advogados são» mas quanto mais estatuto tem a profissão mais grave é a nódoa ]
Contudo a posição do Bastonário, que não se pôs corporativamente logo ao lado dos acusados, pode ser um bom indício.
Por outro lado, será bom ouvir o que eles terão para dizer em sua defesa, mas lá que é estranho, isso é difícil de negar!


A felicidade e a salada




Há estudos que dizem que este período de Festas, que acabámos de passar, é propício a desencadear sentimentos depressivos, etc, etc… exactamente por agravar o contraste da alegria de uns com algumas sensações de solidão. Assim os psicólogos dedicaram-se a fazer estudos sobre o assunto e concluíram:
Nós somos uma misturada – recebemos 50% da nossa sensação de felicidade dos nossos paizinhos (obrigada, papá), os outros 50% dependem de 16 factores! Ena, tantos!!! Cá vêm eles:


1–Saúde 2-Auto-estima 3-Objectivos, valores, espiritualidade 4-Dinheiro 5-Trabalho 6-Divertimento 7-Aprendizagem 8-Criatividade 9-Prazer em Ajudar 10-Amor 11-Amigos 12-Filhos 13-Família 14-Casa 15-Vizinhos 16-Comunidade


Lá em que proporção estes 16 ingredientes entram, não sei bem, e penso que eles também não sabem. Depende de cada um….
Contudo dizem que as pessoas mais materialistas e que colocam o dinheiro num lugar importante têm tendência a ser mais infelizes. Isso já eu percebo – é que não conseguem os seus objectivos, tadinhos. Mas o bonito é a ideia «se o dinheiro não traz a felicidade, a felicidade pode trazer o dinheiro» porque como se sentem mais felizes têm mais iniciativa, produzem mais, tratam melhor os clientes, etc.
Mas gostei da noção de que a felicidade é como uma salada porque precisa de muitos ingredientes. E, pelos vistos, variam segundo os gostos tal como a salada!

E os temperos...?!


Dá para desconfiar

Este é o tipo de notícia que faz uma pessoa arrebitar a orelha.
Olááá?!?!
As Seguradoras vão baixar os preços do seguro automóvel ?
E com a justificação de «redução do número de acidentes e das dificuldades de recuperação da economia»..?
Isto não é normal!
Primeiro, é estranho essa da redução de número de acidentes. O que acontece muitas vezes é os acidentados não comunicarem às companhias e resolverem a questão entre eles, para não aumentarem o prémio do seguro. Tanta vez que isso se passa! E essa delicada atenção sobre a ‘recuperação da nossa economia’ também é caso nunca visto. Eu mantenho algumas dúvidas: De que ‘companhias’ se está a falar? Não será que muitas delas estão a ver clientes a fugir para as de «seguro por telefone» que são realmente mais baratas?

Lá que isto tem água no bico, só alguém muito ingénuo não vê.


A Igreja no seu melhor

Não é de admirar

Dizem-nos os jornais que os salários em atraso aumentaram 62%
A IGT foi encontrar, no ano passado, 17 milhões de euros de atrasos em salários e contribuições à Segurança Social. Isto é o que ela «encontrou» nas inspecções que fez. Porque se pode imaginar que, como não inspeccionou TUDO, muitos outros milhões andam para aí retidos
Mas como o medo do desemprego é grande, muita gente que não recebe o que devia, fica calada na expectativa de que 'a coisa se resolva', e «sempre é melhor do que nada»…
Assim vai o Mundo Portugal e os seus empresários.

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Saldos

Têm vários nomes e várias definições, mas o miolo da questão é a mesma – pretende-se vender (ou comprar, depende do ponto de vista) produtos a um preço mais baixo do que a tabela. Em certa altura do ano, no final das Estações, chamam-lhes «saldos» e a justificação para essas vendas é que precisam escoar os produtos para terem espaço para os novos que aí vêm. Também há as «oportunidades» que não é bem a mesma coisa, mas... Nas outras ocasiões chamam-lhes «promoções» e, a acreditarmos no nome, pretende-se lançar um produto novo e portanto arranja-se-lhe um preço mais atractivo.
Para quem compra, a diferença é pouca. Interessa obter algo de um modo mais económico e pronto! Por outro lado, todos já sentimos algum desapontamento, quando compramos qualquer coisa, e pouco tempo depois passamos pela mesma loja e lá está o mesmíssimo produto bastante mais barato! Está em saldo...
Mas a verdade é que o saldo (ou promoção) é feito na base de uma percentagem. Sobre o preço base, faz-se um abatimento de tantos por cento como sabemos. E aqui vem a parte irónica – é que quando a base é muito elevada não há «saldo» que nos valha! Tenho reparado com vontade de rir, nalgumas montras que anunciam, em enormes números vermelhos, 50% de abatimento!, mas o que está riscado são 200 ou 300 €, donde o belo vestido fica baratíssimo, uns míseros 150 ou 100 €.
Tá bem abelha...
Como nota engraçada que prova que cada terra com o seu uso, lembro-me que fiquei de boca aberta quando vi em Hong-Kong saldos de 80%, 90%, 95%! Pensei que estaria a delirar, aquilo seria o mesmo que oferecer tudo. Até ter entendido que a ideia-base era o contrário da nossa: os objectos eram vendidas por... 95% do seu valor, ou seja o desconto era apenas 5%!!!!


Que depressa passa a vida…

Mandaram-me há pouco um FW com o mesmo tema, mas em banda desenhada e que me pareceu muito sombrio tal como era mostrado: - o bebé saía de jacto da barriga da mãe, voava pelos céus enquanto ia envelhecendo em segundos e caía, já velhíssimo, no cemitério. Fiquei arrepiada, e apaguei o email.
Este é mais interessante, apesar da mensagem também ser sobre a brevidade da vida (imagino eu que não sei alemão)
A conclusão será não nos ralarmos demais com futilidades, e vivermos bem aproveitando o que de bom a vida nos traz.


Lá prático não é!

O que se pode chamar de prático, prático, não será!
E adivinha-se que também não pode ser barato.
Mas a ideia é interessante: Imagine-se
«um restaurante que produz os próprios ingredientes do seu menu»
Estão a ver a ideia? Há um restaurante normal, com mesas cadeiras, pratos e talheres, (essa parte é comprada feita) com uma cozinha e cozinheiros, mas aquilo que eles cozinham é criado numa horta, galinheiro, coelheira, redil, etc, que têm acoplado ao restaurante…
Tudo muito ecológico, produtos muito naturais.
Bom, deve também dizer-se que para se ir a um restaurante desses temos de andar bastante para longe das cidades onde moramos e está avaliado em de 30 milhões de dólares de custos para implantar este sistema.
Não disse que não podia ser muito barato?

Espero que desta vez haja debate



Vem aí uma nova mudança no ensino.
A proposta é que haja um professor único durante os 6 anos de escolaridade, se bem entendo.
É evidente que a passagem do 4º para o 5º ano é uma grande mudança.
E, já agora, da pré-primária para o primeiro ano também.
A proposta poderá ter aspectos positivos assim como negativos. À primeira vista parece que a diversidade de matérias que uma criança deve aprender no 5º e 6º ano necessitaria de professores menos «generalistas», mas também é certo que essas matérias estão já em germe no 3º e 4º ano de escolaridade...
Espero é que ela seja discutida por todos, e não «imposta» sem mais questões como vem sido hábito…
Será que desta vez vai ser possível o debate?

«O superior interesse da criança»

Esta é a frase consagrada. A Lei deve agir em função do superior interesse da criança.
Mas depois é o que se vê…
Os telejornais e a imprensa contaram
a história:
Uma mulher engravida numa relação ocasional. Conta ao companheiro que rejeita essa responsabilidade. Sem condições de criar a filha, entrega-a com 3 meses para adopção, assinando um documento que permite a adopção plena uma vez que tinha sido registada como de pai incógnito. Aparentemente, no «superior interesse da criança» ela devia ter sido rapidamente adoptada, não parece? Mas não. Estas coisas demoram. Demoram e demoram. Há voltas e mais voltas e o tribunal seguindo a lei, decide que o presumível pai será obrigado a fazer um teste de paternidade. Então, surpresa! como o teste é positivo, este homem que não tinha acreditado na palavra da companheira, decide agora que quer ser o pai dessa criança por quem nunca se interessara nem nunca vira. Curiosamente, se a conclusão do teste tivesse chegado pouco depois, a adopção estaria concluída e este processo nunca tinha existido…
Mas a história toma outro rumo: como o 'pai-de-uma-noite' mostrou agora interesse em ficar com a filha, a lei manda que esta criança criada desde bebé pelo casal a quem considerava como pais, será «entregue» a este homem. Como se fosse um bem qualquer, um carro, uma jóia, uma casa. Nesta altura desapareceu o «superior interesse da criança». A história é impressionante porque se cruza um problema de tribunal de família (uma adopção) com um problema de tribunal civil (acusação de sequestro). A menina com 5 anos é considerada ‘sequestrada’ pelos seus pais. O pai foi julgado e condenado a 6 anos de prisão.
Não é uma história de loucos, foi contada em minúcia pela televisão. Eu não quero 'tomar partido' pelos adultos envolvidos na questão, mas alguém imagina o que pode pensar esta menina? Como se pode sentir quando a sentença for cumprida?
Eu imagino porque acompanhei um caso muito parecido.

terça-feira, janeiro 16, 2007

Bem feito!

Não é nada que não se esperasse.
Os países que valorizam extraordinariamente o sexo masculino, desprezando as raparigas, tratando-as como uma sub-espécie, mais tarde ou mais cedo iam chegar a este ponto -
os rapazes ficam sem noivas!

YEEEESSSS!


Há tempos que eu aguardava por este momento. Talvez agora, quando 'uma coisa' se torna rara possa recuperar o seu valor.



(Uma montra na China com vestidos de noiva. Desculpem a má qualidade da imagem, mas esta fotógrafa não era lá grande coisa..)

Se resultasse…

A net não pára de nos me surpreender!
Aprendi que existe um sítio que nos ajuda a mandar uma pessoa para o Inferno. Se calhar vocês sabiam, mas eu não. Aquilo tem realmente um aspecto bastante assustador e pode dar algum gozo pensar que alguma pessoa por quem se tenha um ódio de estimação ainda pode ir lá parar.
Anda por
AQUI esse sítio.
Dizem que andam por lá as pessoas óbvias, Hussein, Bin Laden, ou George W. Bush, mas outros estranhos para nós como a modelo brasileira, Daniela Cicarelli (porque parece que bloqueou o Youtube no Brasil). Se dermos uma olhadela lá pela parede podemos ir descobrindo nomes.
Eu vi lá o Bill Gates, a pobre da Cinderella, assim como o Paulo Coelho…

Ou seja, há malucos para tudo!!!!
(Vocês têm alguém a quem gostassem de rogar essa praga? É aproveitar que é de graça!)

A TVcabo

Tenho, evidentemente, a noção de que muita gente em Portugal ainda só tem acesso aos 4 canais gratuitos da TV. É verdade. Mas também é certo que, por aquilo que posso calcular, é maior ainda a quantidade daqueles que vêm mais do que esses 4 canais, através dos variados serviços de televisão por cabo ou satélite.
Bom, eu sou uma das que usa a netcabo. Fui até a última pessoa a aderir ao serviço aqui no meu prédio. Sei disso porque os promotores do serviço, iam-me telefonando semana sim, semana não, durante bastante tempo e tentavam quebrar a minha resistência usando o argumento – «Oh minha senhora, mas olhe que no seu prédio todos os seus vizinhos já têm, é a senhora a única que não quer... »
Mas enfim, lá concordei em aproveitar uma promoção qualquer e agora já há vários anos que tenho essa coisa ligada, o que também me dá o acesso à netcabo.
Ora, como estamos todos carecas de saber, este é um serviço pago. Os 4 canaizinhos domésticos ainda vá lá, mas a TVcabo já pesa no orçamento. Daí que me irrite um bocado tanta publicidade que tenho de gramar, quando estou a pagar por isso. Mas não é desse ponto que queria falar, embora viesse a talhe de foice este desabafo.
O que me anda a irritar, é que quando assinei aquele contrato, era suposto ter um canal chamado GNT, brasileiro, que apreciava bastante. Tinha umas entrevistas bastante inteligentes, umas piadas agradáveis, e passava um bom bocado entretida com ele. Um belo dia, soube que ia desaparecer. Assim, sem mais…zás, estalaram os dedos e aquilo foi substituído por qualquer coisa que nem sei o que é nem me interessa. Não gostei.
Agora foi a vez da Sic-comédia. A SIC é um canal curioso. A Sic-mãe é fraquita. Raramente a ligo, sou franca. Mas depois tem uns filhotes que a superam: a Sic-notícias, a Sic-mulher, a Sic-comédia, a Sic-radical e nem sei se me está a escapar alguma outra sic... Ora a Sic-comédia repetia muitas coisas, sem dúvida. A gente via uma série e, se não a acabava, isso não constituía problema porque mais tarde ou mais cedo lá voltava ela. Mas era um canal engraçado, cumpria o seu papel de fazer rir, e sempre se ia vendo o Seinfeld, o Frasier, o Jay Leno, o Conan O’Brien, uns com mais graça outros com menos, mas a quilómetros dos Malucos do Riso.
Foi-se. Avisaram, mas não se perguntou nada, deram-nos como um facto consumado. E a gente vai calando e consentindo, encolhendo os ombros como se fosse inevitável, quando a verdade é que era um canal bem disposto, agradável e que faz falta.

Setecentos e vinte euros

Não devo ter entendido bem.
Há um ser humano que eliminou outro. Terá ou não as suas razões. Pode ter sido qualquer coisa como «legítima defesa» ou uma figura semelhante. A pessoa que morreu era um delinquente, fugia à polícia, etc… ou seja, o acto teria desculpas. Assim sendo a pessoa que matou poderia ser absolvida, o que é difícil de entender, mas enfim…
Agora não compreendo é a
multa de 720 € . Isso não entra na minha cabeça. Matar alguém a tiro custa pouco mais de 100 contos? Aquilo foi uma «negligência»? E o assunto arruma-se com uma multa?


Quando se vai longe demais

…pode cair-se no oposto do que se quer. A ideia do senhor bispo Dom António de comparar o acto de abortar à execução de Saddam é tão caricata que se autodestrói.
Este tipo de argumento não vai alterar a posição de ninguém, penso eu.
Contudo a posição da comunicação social já é um ponto delicado e a ter muito em conta. Não seria de esperar que a Comunicação Social ligada à Igreja fosse neutra, é claro, mas já é preocupante ver jornais como o
Correio da Manhã, Expresso ou Sol tomarem posição nesta questão tão sensível . Até porque os argumentos que oiço aparecem agora, quando aos anos que se deviam andar a falar neles. É estranho ouvir um mês antes do referendo falar em «ensaiar um conjunto de medidas que favoreçam a maternidade» como diz o Expresso ou, indo incrivelmente mais longe, O Sol dizer «Todos já perceberam que o que está em causa é uma desculpabilização do aborto, para não dizer uma promoção do aborto»
Isto sim, é grave. Porque há uma imprensa que se diz e quero acreditar que o seja, neutra, e a outra (os casos citados) vai batalhar pelo Não. Donde, obviamente, a luta é profundamente desigual!

Os tais passos para a democracia

Passos pequeninos.
Muito pequeninos.
Um vídeo oficial das execuções de dois co-acusados de Saddam Hussein, em que se vê o cadáver decapitado do meio-irmão do ex-ditador estendido no chão e a cabeça a vários metros de distância, foi hoje divulgado

Eu não comento
.

segunda-feira, janeiro 15, 2007

«Efeitos secundários»

Ando desde há algum tempo a fazer um tratamento. Nada de dramático, tive umas dores e um especialista achou que para aquilo passar eu deveria fazer uns tratamentos com raios laser, coisa que impressiona mais a dizer do que a ver ou sentir. Por esse lado não há crise nenhuma. O.K. Vamos em frente.
Acontece que o dito laboratório é na Av. de Roma, muito conveniente ainda por cima por não ficar longe da minha casa. Tudo vantagens, até aqui...
Ora sucede que, como sou criatura pontual e ainda por cima a marcação é rigorosa, eu vou para lá dando algum desconto à demora dos transportes. Esse ‘desconto’ tem como consequência que... chego cedo. Mas como a minha noção de pontualidade não é «chegar cedo» e sim «chegar à hora», quando vejo que ainda falta um bocadinho vou-me entreter, para o sítio mais atraente e mais próximo: a Livraria Barata!
A Livraria Barata é um símbolo. Antigamente era onde se desencantavam os livros ‘difíceis’ que o Sr. Barata lá arranjava com risco pessoal. Depois do 25 de Abril continuou a ser um foco cultural – tinha uma galeria, tinha discos, tinha um atendimento muito agradável. Continuei a frequentá-la com muito prazer e desgaste para a carteira. Contudo com a chegada cá desse gigante que é a FNAC, até eu comecei a ‘fazer a agulha’ para essa caverna mágica onde encontrava tudo o que queria e um pouco mais em conta. E assim desabituei-me de frequentar a livraria da minha juventude.
Agora, passando-lhe mesmo à porta, é claro que é irresistível entrar. Mas o pior não é entrar, naturalmente, é que é quase impossível sair de mãos a abanar! E hoje queixei-me à «menina do laser»
-Desculpe, mas este tratamento está-me a sair incomportável!
Ela tentou justificar o preço, mas eu atalhei logo
Ná. Não é só o que deixo neste balcão, são os apêndices que vêm por acréscimo. Ninguém me tinha avisado destes efeitos secundários do tratamento!!!



Ponto de vista



Imagem daqui