sábado, outubro 24, 2009

No céu

Passaram 400 anos desde que Galileu investigava o céu com os seus telescópios.
Para comemorar essa data muitos países vão ter 100 horas de Astronomia ou seja durante 3 dias vai-se espiolhar bem o céu e observar os planetas, com bastante mais comodidade do que o Galileu e menos ‘risco’ de chocar as autoridades científico/religiosas.
Por cá poderemos espreitar aqui por exemplo, ou mais 'internacionalmente' aqui nas noites de Galileu....
A ideia é conseguir «entre um e dois milhões de pessoas em todo o mundo a espreitar por um telescópio ao mesmo tempo».
Fascinante, não?



(cliquem para ver a imagem em grande)

8 comentários:

Miguel disse...

Super fascinante! Aliás, era o que queria ser quando era mais novo (aos 18 anos!) e foi a minha primeira opção para entrar na universidade, no Técnico. Claro que não consegui. E digo claro porque ter média de entrada de quase 20 é probabilisticamente [quase] impossível. É o sistema que temos.

Voltando ao tema. É lindo. É fantástico. E, muitas vezes, não sei se perdendo alguns minutos a olhar para cima e, sobretudo, para o céu, não veríamos o mundo e a vida de uma forma mais descontraída dando menos importância a tanto e tantas coisas que a não têm.

Vejo-me quantas e quantas vezes a voar pelo universo lol. A apanhar uma qualquer boleia milesimamente inferior à velocidade da luz ou uma qualquer boleia por um "atalho" cósmico que me permite chegar durante o meu tempo de vida útil a um qualquer lado.

Mundo fascinante mas igualmente "tramado" para os ateus, onde me incluo. Imaginar o finito ou, se quiseres, o fim do material e o nada depois disso é algo complicado, confesso. E aqui está mais um assunto que dá pano para mangas...

Bom fim-de-semana!

A Senhora disse...

Quando morávamos em Belo Horizonte, no Estado de Minas Gerais, lá por perto, na Serra da Piedade tem um Observatório Astronômico que todo primeiro sábado do mês abre ao público, com todos os telescópios e monitores à disposição e palestras a respeito. Ficava cheio de gente, familias.
O homem antigo espreitava os céus... nós ainda o fazemos.

beijinhos e bom final de semana.

Anónimo disse...

Não há ninguem, que não tenha fascinio pelo universo e os seus mistérios . Haverá sempre interrogações , e poucas respostas.

kika disse...

Por causa dos meus problemas de personalidade, o anónimo anterior sou eu kika

Mary disse...

Ehehehe!! Essa foi uma resposta a uma gracinha do fj, não foi, Kika? Aconrece-me por vezes também entrar como anónimo mas venho quase sempre corrigir, como se afinal Mary não fosse também completamente anónimo!!!! :)
Mas é certo que observar o céu é deslumbrante. E tendo a noção da grandeza do que se está a ver, sentimo-nos minúsculos... Afinal tudo é relativo, e a tal inteligência seja Deus ou a natureza os responsáveis, era importante que fizéssemos bom uso dela.
Nme sempre acontece...

Emiele disse...

Boa tarde a todos.
Obrigada Senhora, não está a ser lá grande fim-de-semana para mim porque sempre fui apanhada pela gripe, e só me apetece cama! Vim aqui ao blog depois de almoçar para espreitar se vocês tinham passado por aqui, mas vou regressar às aspirinas e sobretudo ao meu sono que só consigo dormir...
........
Se melhorar ainda venho aqui a estes sites ver se consigo apanhar alguma coisa lá em cima :)

sem-nick disse...

A imagem é linda... A gente 'perde-se' lá dentro.

josé palmeiro disse...

Ontem, quando por aqui passei, não havia nada, razão porque me socorri das "praxes", para te desejar as melhoras.
Quanto aos visonamentos do Universo Celeste, só te digo que sou um apaixonado. Quando comecei a ir aos Açores, nos finais dos anos 60, do século passado, dos passeios mais atractivos que, na época havia, era irmos para as Sete Cidades, ver o CÉU.
Eram noites de autêntico fascínio. Não havia ainda electricidade, nem pública nem privada de forma que, as condições eram as ideais. Mas, já antes, no hemisfério Sul, coisa de que também tens referência, costumava, no sossego da noite, olhar as estrelas e verificar a diferença, para com o hemisfério oposto. Mais tarde, promovi umas observações astronómicas, no âmbito, da Ciência Viva, foi um êxito.