domingo, agosto 30, 2009

Uma música ao Domingo

E a Rita Pavone?...

7 comentários:

Joaninha disse...

Deixa-me fazer contas: há 45 anos????? Mil novecentos e sessenta e quatro?!
O vídeo até parece amador (não havia vídeos na altura, creio) de vez em quando cortam-lhe o alto da cabeça, mas é enternecedor.

E reparem como estava vestida: blusa com golinha e uma espécie de casaco de malha... lol! No vestuário a diferença é enorme!

sem-nick disse...

Sim, lembro-me bem dela mas não desta altura.
O vídeo é precioso!!!!
E a Joaninha tem razão, a toillete é de espanto, menina de colégio de freiras.

josé palmeiro disse...

É engraçado, como nos recordamos, pelo menos os que até aqui chegeram, desta "menina"!
A mim, comove-me, no bom sentido.
Quanto ao vestuário, nem se fala nas diferenças e, já era muito ousado!!!
Nesse tempo, e noutros mais atrás, ouvia-se muita música italiana.

King disse...

:)

Gostei tanto!!
O Zé Palmeiro tem razão, vinha muita música da Itália e para adolescentes, muita dela cantada também por adolescentes.
Mas esta Rita Pavone era muito alegre do que me lembro. esta canção é mais para o romântico mas tinha outras muito brincalhonas.
Era uma menina.

estrela-do-mar disse...

OK, não é do meu tempo, mas o vídeo é uma ternura!

Maria disse...

Quase que me esquecia de falar da música. Eu fui fã de Rita Pavone, muito cedo vi-a no cinema, deveria ter os meus 12 anos, a primeira vez que a vi. Ela era uma jovenzinha, vivaça, de cabelo ruivo e sardas, nos filmes:”Rita la Zanzara” e “O Mosquito” – neste último, ela encarnava Cármen Miranda, cantando “Chica Chica Boom Chic”, lembram-se desta canção - Supercalifragilistic – Espiralidoso(?) - eu sabia tantas de cor. Na época, como já foi dito, chegava-nos muitos cantores de Itália: Gianni Morandi, também vi muitos filmes com ele, Gigliola Cinquentti a vencedora do festival da Eurovisão – 1964, com “Non ho l’etá”, aos 17 anos - também participou em alguns filmes.De Espanha vinha Marisol.
Ainda a propósito de Rita Pavone – ela contracenou com Giancarlo Giannini, actor conceituado do cinema italiano que, sobre ela, disse em 1997:
“ [...] Rita Pavone era una ragazza con delle qualità incredibili. Entrava con facilità estrema nelle situazioni. Aveva la capacità di rappresentarsi, di amalgamarsi con gli altri, di primeggiare.“
GIANCARLO GIANNINI – Attore internazionale e "partner" della Pavone nei film “Rita la Zanzara“ e “ Non stuzzicate la zanzara“
Diretti da Lina Wertmüller – 1966 e 1967
LA REPUBBLICA 17 marzo 1997
Vim tarde e a má hora e ainda deixo um ” lençol”mas, estes temas entusiasmam-me.))

Emiele disse...

Pois é Maria, foi uma época de cançonetistas muito jovens, deixas aqui uma lista interessante.
A Gigliola Cinquentti e o “Non ho l’etá” já apareceu aqui no Pópulo, entre as músicas do Domingo, mas aqui a ruiva da Pavone é a primeira vez...
Era realmente um estilo muito diferente da Gigliola, mas aqui vem com uma canção também sentimental.

Zé Palmeiro, realmente houve um período onde se ouvia muita música da Itália. para além da francesa, como aqui já foi testemunhado com muitos exemplos das que eu gostava mais.
Joaninha, realmente o tempo passa a voar. Também me fez impressão!