segunda-feira, dezembro 15, 2008

Cleptomania?...

Ele há coisas....!
Roubar coisas sob impulso, e coisas de que não se precisa, chama-se cleptomania, creio eu.
É uma doença psicológica.
Mas sempre pensei que... humana.

Li agora a notícia fantástica de um gatito que «rouba» peluches (não são ratinhos pelo que se entende...) . E segundo todas as leis da dita cleptomania, porque depois não brinca com eles, vai deixá-los em casa.
A dona, atrapalhada, quer devolver os brinquedos porque «só no último ano, o pequeno gato já roubou mais de 35 peluches dos vizinhos» o que é obra!!!

Já dava para começar um comércio para gatos que gostassem de peluches.

9 comentários:

king disse...

:))))

Essa do «gato ladrão» é mais animada do que o «gato das botas».
Para ilustrar esta só mesmo o Gardfield e a sua sorna...

AB disse...

AH!Se calhar foi o divorcio dos pais ou será mãe alcoolica?AB

Emiele disse...

Olá!!!
Ainda vos respondo, que ainda não saí...
Também pensei nessas hipóteses freudianas, AB, até porque o bicho leva os tais peluches à dona a quem deseja agradar, né?
King, escolhi esse famoso gato cor-de-laranja por isso mesmo. Seria coisa dele. E tem os tais ratinhos...

kika disse...

Ó AB és demais o teu sentido de humor é hilariante ainda podes roubar o emprego ao RAP.. quanto ao gato acho uma graça e se calhar são para lhe fazer companhia quando está sozinho.Podemos lá entender a sua mente...Viram aquele cão que foi arrastar para a berma da autoestrada outro cão que tinha acabado de ser atropelado? Fiquei parva

Mary disse...

Há mesmo notícias para tudo!
Esse vídeo do cão que arrastou o outro moribundo para fora da autoestrada é impressionante! Afinal ia dizer que é o rigoroso oposto desta história, mas talvez não.
São afinal animais mais «humanizados» do que imagina... Afinal onde começam os sentimemtos 'humanos'?....

sem-nick disse...

Lá o «Gato das Botas» também era um pouquinho ladrão à sua maneira. e engenhoso.
este é mais inocente, mas gosta de mimar a dona. Ela é que é uma ingrata!!!

josé palmeiro disse...

Nunca fui muito afeiçoado a gatos.
Quando vim para os Açores, deixaram-me no jardim, uma ninhada que, não pude deixar de criar. Depois foi um afeiçoar aos gatinhos, que vi crescer, no meu quintal e que me adoptaram como pai e mãe. Fiquei com dois, pois um foi dado a uns sobrinhos e o outro decidiu desaparecer e nunca mais deu conta de si. Dos que ficaram, um gato e uma gata, o primeiro foi actor, no filme do "Antero" e por isso, ficará para a posteridade, pois, desapareceu durante a minha última estadia no continente, restando só a gata, que nos esperava à porta de casa, seis meses depois. Dos filhos que entretanto foi tendo, em várias ninhadas, nem sinal, sei que uns foram dados e outros desapareceram nas brumas da Ilha. Quanto à história que contas, só a posso remeter para esses gatos, que deixam de ser gatos e passam a domésticos, com necessidades de companhia externa, para descançarem. De resto a AB, mais uma vez, deu o palpite, que me parece certo.

josé palmeiro disse...

Deixem-me acrescentar que, antes de vir, vi em Loulé, um gato passar uma passadeira para peões, mesmo pelo meio, sem tirar nem pôr.

Emiele disse...

:) Estás a ver que gato esperto, heim, Zé Palmeiro...?! São uns bichos muito independentes e esse é um dos motivos porque eu gosto deles. Tive um durante 18 anos e mesmo com essa idade tinha uma energia e vivacidade incríveis, para além de nos adorar!
O que não quer dizer que não goste também de cães, mas é diferente, a relação é outra.
O resto do pessoal que opassou por aqui, Kika, sem-nick, Mary, apanharam muito bem a minha 'gracinha'. Era um daqueles posts 'levezinhos' que gosto de fazer.
:D