sexta-feira, janeiro 22, 2010

Direito à Preguiça

Desculpem.
Ainda por cima hoje é sexta-feira ou seja com o fim de semana à vista devia sentir-me mais activa.
Mas não sinto nada!
Nadinha!!!
Não quero dizer que não tenha na cabeça um ou dois temas de posts para escrever.
Mas hoje não.
Fica para a semana.
Hoje sinto um enorme preguiça... Sorry!




E sexta também!

15 comentários:

Zorro disse...

Claro que sim!!!!
Se não tivéssemos o direito de ficar quietos por uns tempos isto era uma obrigação e não há nada mais detestável!!

Joaninha disse...

Isto é contagioso porque também estou com um preguiça daquela!!!
Só penso que amanhã posso dormir até ao meio dia!!

fj disse...

Claro como Z já o disse.
Deixa-me só lembrar curioso acontecimento que aconteceu em Macau:na livraria portuguesa, ligada ao instituto cultural,percorria sempre a estante dos livros juridicos ( ou, como se viu,como tal considerados ).Um dia figurava lá "O Direito á Preguiça" se não erro de Paul Lafargue, se tembem não erro genro de Marx.Não é um livro de "direito" como sabem,nem nada que se pareça,sem negar o direitoá sorna, claro, mas resolveram assim, e lá ficou uns dias até que alguem do IC deu por isso e desapareceu, tive pena, gostaria de ver em que estante reapareceria ( deve ter ido para casa do retirante).

silvya disse...

É normal e legitimo que á sexta-feira uma pessoa sinta preguiça.
De qualquer forma acorda sempre cedo, mesmo com a dita, para "blogar". Daí não ser tão preguiçosa assim.
Por mim, estou muito contente por hoje ser sexta, poruqe como dizia Vinicius,: " amanhã é sábado", sempre actual.
Quanto ao livro de que fala o FJ, não conheço,mas também acho ser normal. ele fala que o viu em Macau, e não sei nada disso.Mas já o Prof.Agostinho da Silva, dizia que: " o trabalho devia servir o Homem, e não o contrário". Gostava de ouvir e ouvir os seus programas, que eram interessantes.
E como diz o Zorro, se fosse obrigatório vir aqui todos os dias, como se fosse promessa, perdia o interesse todo.
desejo um belo fim-de-semana, com sol e alegria para todos.
abraço
silvyaprata

cilas disse...

Olá Bom Dia o meu nome é Lucília Galha. Deixei-lhe ontem um e-mail com um pedido. Agradecia que me pudesse dar o seu feedback tão breve quanto possível. Obrigada.

Joaninha disse...

Eheheheheeh!!!
Essa de por ter a palavra 'Direito' se arrumar entre os de verdadeiro Direito é das mais cómicas!!!!
Mas não é preciso ir tão longe, por cá também encontramos «arrumações» de livros em áreas que não lembrava ao 'menino Jesus'!!!

fj disse...

Silvyaagoraprateada, o livrito está à venda em todo o mundo.Duvido é que em muitos sítios figure nas prateleiras juridicas.Leviandades do i.cultural lá tão longe.

Emiele disse...

Esta história do Direito à Preguiça se arrumar entre livros de Direito, lembrou-me uma outra passada há dezenas de anos, mas engraçadíssima.
O pai de uma velha amiga nossa (que tu conheces fj) era relojoeiro. Meio analfabeto, era entendido na sua arte, mas não em letras. talvez comprasse um jornal desportivo de vez em quando.
Um dia fez uma compra: Os Relógios Falantes de D. Francisco Manuel de Melo! Ainda me lembro das gargalhadas dos meus pais (eu era miúda para entender a graça) quando viram o desapontamento do senhor. estava convencido que lhe daria uma ajuda à sua arte!

kika disse...

Mesmo sem te apetecer escrever, o mote foi lançado e aqui estão todos duma forma ou doutra a falar de preguiça.
Dou-me bem com ela então nestes dias cinzentos... Oh fj
se o Direito á Preguiça fosse um ramo do Direito Civil, então é que era um atafulhamento de processos nos tribunais....
Bem aqui tratava-se apenas de erro de arrumação cujo trabalho presumo que na época pertenceria a um portugues... não sei! .:)

fj disse...

Boa joaninha e emiele, mandem quando quiserem, por mim diverte-me.
Kika já agora metiamos tal ramo no público e,com com jeito, acabava na constituição.

fj disse...

Kika esqueci-me, adivinhaste, foi colocação por portugueses.

silvya disse...

pois,pois, porque se fosse por um chinês, ainda acabava numa qualquer feirinha dos horrores (o tal livrinho), e isto se não fosse preso, por instigar á preguiça...
afinal não é o chinês, que trabalha, e trabalha, e trabalha...
ah! sem contar que se fosse condenado a pena pesada ainda seria fuzilado em praça pública e a bala enviada ao familiar mais próximo...
como digo, rir é preciso, mas isto em parte não deixa de ser verdade.
viva a preguiça de quando em quando.
silvyaprata

Emiele disse...

Meu Deus por onde esta conversa já anda... Mal sabia eu quando a brincar escolhi o título do post.

Realmente a gente hoje fala no 'Direito à preguiça' (também há quem fale no 'Direito à indignação'...) mas a verdade é que o livro é muito antigo, uns 200 anos talvez, escrito por um senhor Paul Lafargue e que foi muito citado depois pelos entendedores das economias. Mas onde isso lá vai.
.....
E eu que não queria escrever hoje tenho aqui uma bela colecção de comentários...

fj disse...

Esqueci-me de duas coisitas:
-KMarx repudiou o genro, mesmo sem ler o livro,com grande desgosto da filha;
IC em Macau, é o instituto cultural, o mais público e português que se pode ser lá, dependente diretamente do ministrinho, lá secretários adjuntos.Estavamos pois, bem entregues...como kika mais ou menos adivinhou.

josé palmeiro disse...

Perante tantos e tão diversos comentários só me apetece dizer que te estragaram o dia de "dereito à perguiça". Resta-te o Sábado eo Domingo, aproveita-os!!!