sexta-feira, dezembro 05, 2008

Quando a ciência nos traz boas novas

Pelo que entendo - e entendo pouco disto mas o suficiente para me preocupar muito – deu-se um considerável avanço no estudo da SIDA.
Sabia-se há bastante tempo que algumas pessoas viviam com o vírus da SIDA mas sem consequências. A infecção não se desenvolvia como nos outros doentes.
Finalmente, «cientistas norte-americanos conseguiram perceber o que ocorre nas células do sistema imunitário para permitir a estas pessoas manter o VIH em quantidades tão pequenas que, apesar de serem seropositivos, não chegam a ficar doentes com sida.»
O artigo do Público explica melhor o que se passa com os famosos glóbulos brancos, e é melhor lê-lo para entenderem bem.
Por mim, limito-me a ficar satisfeita e a desejar que se continue nesta via, de modo a poder haver cada vez mais esperança para quem apanha esta doença.

6 comentários:

king disse...

Pode ser uma excelente notícia.
Fui ler o artigo, e entende-se um pouco. pelo menos como aqui dizes já dá para se sentir esperança.

josé palmeiro disse...

Estou com voçês!
Tenho uma esperança enorme, nessa onda gigante que são os que se dedicam ao estudo e desenvolvimento das doenças, ditas, incuráveis. Cada vez mais, há descobertas que se não podem debelar as doenças, pelo menos as encostam a um cantinho e as mantêm assim durante largos períodos, permitindo aos cidadãos protadores, uma vida, o mais normal possível.
Acreditemos que tudo, pode ser possível.

kika disse...

Ainda bem, os avanços da ciência são sempre bemvindos. Ainda há pouco tempo fiz uma cirurgia e nunca tive uma unica dor, pareceu-me um milagre, pois já tinha tido uma experiencia bem traumatizante e fico fascinada só de pensar no que vem por aí para as novas gerações

Mary disse...

Palmas!!!
Ainda acredito que se consiga debelar este flagelo.

E o cancro?....

Joaninha disse...

É certo Kika. Mesmo nas coisas pequenas, a medicina vai fazendo que a nossa vida seja mais fácil.
Ainda há uns tempos em conversa com o meu dentista, ele tirou-me uma radiografia a um dente e comenta «isto das radiografias foi a melhor invenção de todas!» e eu emendei logo «nã, nã, a melhor foi a anestesia!!!»

Nem imagino como seria tirar um dente antes de haver anestesias...

Emiele disse...

Claro que falta muito para se respirar, e até parece que nascem doenças (a SIDA é uma «doença nova) quando as velhas - tuberculose, p.e. - ficam com hipóteses de cura.
E é certo que o cancro ainda é um pesadelo.
Mas não podemos negar que esta é uma BOA NOTÍCIA.