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A «edição diária» do Pópulo, só irá para o ar lá pela hora do almoço.
Acontece...

A «edição diária» do Pópulo, só irá para o ar lá pela hora do almoço.
Acontece...
Postado por cereja às 09:10 5 comentários
Postado por cereja às 08:40 9 comentários
Marcadores: intimidade
Por um lado, para essas empresas «é uma forma de isentar parte da remuneração das contribuições para a Segurança Social» que evidentemente que vai ficar mais enfraquecida mas não faz nada para o evitar, e por outro, para os trabalhadores é um recebimento «em espécie» que lhes dá muito jeito pois ficam dispensados de pagar IRS.Postado por cereja às 08:15 6 comentários
Postado por cereja às 08:09 7 comentários
Postado por cereja às 07:43 4 comentários
Espanto, pois a sua ideia da mulher portuguesa não era de ninguém magrinho, elegante e loiro - correspondia sim à velha «concierge», moreníssima, gorda, de carrapito, e um buço notável.Postado por cereja às 13:35 8 comentários
Postado por cereja às 07:49 7 comentários
Foi apenas uma pequena notícia numa página interior mas é chocante como demonstração de aflição.
Há um homem, sem trabalho e em desespero que tendo sido libertado da cadeia, ameaçou fazer um crime qualquer para voltar para lá!
Não sei o que o terá levado à prisão.
O certo é que lá, trabalhou e até saiu com 60 euros devido ao seu trabalho.
Mas essa gota de água evaporou-se e sem trabalho voltou a bater à porta da cadeia, onde terá ameaçado fazer um assalto para voltar à prisão.
Que sociedade é a nossa?...
Postado por cereja às 07:32 5 comentários
Postado por cereja às 07:16 8 comentários
Por outro lado, também é certo que a tal vida pessoal pode ser manipulada pelo próprio de modo a colher dividendos.Postado por cereja às 12:20 9 comentários
Postado por cereja às 12:15 5 comentários
«Contei-te a semana passada que desde muito pequenina me habituei a ver livros à minha volta. Nessa época não era tão normal pôr um livro nas mãos de uma criança de 2 anos como o é hoje - vendem-se livros até nos hipermercados e feitos de materiais resistentes. Naquela altura não acontecia a não ser em certas famílias, como tive a sorte de ser a minha. E assim, não só comecei a ler cedo e com prazer como tal «vício» me foi largamente alimentado mas também ‘dirigido’. Comecei com essas colecções, Manecas, Joaninha, com que ia enchendo as prateleiras de uma pequena estante do meu quarto, a tal Colecção Azul da Condessa de Ségur, mas onde também se lia o «Coração», «Contos de Grimm», «Perrault», «Andersen»… Lembro-me do «Romance da Raposa» de Aquilino, de «S. João subiu ao trono» de Carlos Amaro, histórias infantis muito bem escritas que ‘passaram de moda’.
Mas fui crescendo e apreciando livros maiores mas sempre comoventes.
Não me esqueço de um que era em dois volumes e que chorava imenso a lê-lo:
«Sem família» - um menino de uma família muito pobre que foi cedido a um saltimbanco a quem se afeiçoou muito. Triste, triste. E curiosamente, havia uma sequência desse romance, chamada «Em Família» que acabando bem, me interessou muito menos! E, claro, li «As Mulherezinhas» também, embora as achasse um tanto parvinhas. Curioso como o tema da criança órfã era uma constante na literatura infantil dessa época!
Mas, como te disse, os meus pais faziam muita questão em orientar aquilo que eu devia ler. E assim ia absorvendo colecções inteiras à medida que os livros iam sendo publicados. Lembro-me da colecção «Os grandes Livros da Humanidade» onde os clássicos eram adaptados numa linguagem
simplificada «destinando-se às crianças e ao povo» (tal e qual!) Só que essa adaptação era feita por nomes como João de Barros, Aquilino Ribeiro, Jaime Cortezão...
Uma outra colecção que me influenciou muito (não me recordo agora o nome mas «vejo» ainda muito bem as capas) apresentava pequenas biografias agrupadas, por exemplo Os 10 maiores cientistas, Os 10 maiores músicos, Os 10 maiores aventureiros. E eu gostava imenso dessas biografias romanceadas, a Vida de Edison, ou de Catarina da Rússia, ou de Pasteur que sentia 'familiares'. Depois havia a História: a Vida Quotidiana no tempo de…, livros que varriam a História de uma ponta à outra mas de um modo muito cativante e lúdico. A Ficção Científica apareceu-me com Júlio Verne, uns romances que vinham de casa do meu avô em encadernações vermelho escuro. Aí, nem sempre me entusiasmava porque às vezes as descrições eram demasiado prolongadas, e eu saltava páginas inteiras para chegar ao que interessava! E… bem, não posso deixar de falar nos Jornais. Havia o Mosquito, e depois o Mundo de Aventuras e o Cavaleiro Andante! Esse é que coleccionei religiosamente todos os números tendo um espaço especial na estante para os guardar. Era um deslumbramento!»

Postado por cereja às 09:45 10 comentários
Marcadores: Era uma vez
Uma voz que entra dentro de nós mesmo que não se percebesse o que ele diz.
Mas não é o caso: uma canção linda com letra de Lorca.
Postado por cereja às 09:40 5 comentários
Marcadores: Música
Ora há uns dias, passei por estes trâmites, e o 'douto clínico' a que recorri, observou-me e decidiu que era necessária uma pequena cirurgia para que tudo voltasse a ficar bem. OK. Vamos lá a isso. No final explicou-me: «Como é num sítio que pode sofrer tracções, só lhe vou tirar os pontos uns dias depois do habitual, por uma questão de precaução»
Postado por cereja às 14:15 9 comentários
Marcadores: intimidade
Foi-me chamada a atenção, para uma entrevista dado por Rita Levi Montalcini, com 98 anos, que foi Prémio Nobel de Medicina quando tinha 77.
Notável.
Apesar de merecer ser lida de fio a pavio, realço uns pontos mais dignos de ficarmos a pensar:
- Como vai celebrar seus 100 anos?
Ah, não sei se viverei até lá, e, além disso, não gosto de celebrações. No que eu estou interessada e gosto é do que faço cada dia.
…..
- E como está seu cérebro?
Igual quando tinha 20 anos! Não noto diferença em ilusões nem em capacidade. Amanhã voo para um congresso médico.
- Mas terá algum limite genético?
Não. Meu cérebro vai ter um século... mas não conhece a senilidade... O corpo se enruga, não posso evitar, mas não o cérebro! [……] Possuímos grande plasticidade neural: ainda quando morrem neurónios, os que restam se reorganizam para manter as mesmas funções, mas para isso é conveniente estimulá-lo [……] Mantenha seu cérebro com ilusões, activo, faz ele trabalhar e ele nunca se degenera.
- E viverei mais anos?
Viverá melhor os anos que vive, é isso o interessante. A chave é manter curiosidades, empenho, ter paixões
....
- A ideologia é emoção, é sem razão?
A razão é filha da imperfeição. Nos invertebrados tudo está programado: são perfeitos. Nós não. E, ao sermos imperfeitos, temos recorrido à razão, aos valores éticos: discernir entre o bem e o mal é o mais alto grau da evolução darwiniana!
…………..
- O que você faria hoje se tivesse 20 anos?
Mas eu estou fazendo!!!!
Que mulher!!!
Postado por cereja às 11:00 8 comentários
Postado por cereja às 10:05 8 comentários
Estamos na Semana Europeia Contra a Dor. Vai ser dedicada à mulher. Este ano esteve-se mais atento à dor nos idosos e no ano passado foi dedicada às crianças.Postado por cereja às 10:00 6 comentários
Postado por cereja às 09:40 6 comentários