domingo, julho 05, 2009

Uma música ao Domingo

Hoje a «música» é mais do que Música.
Uma homenagem e uma lembrança.



7 comentários:

josé palmeiro disse...

Já cá tinha estado e ainda não havia nada, depois passei e vi que já tinhas colocado o vídeo que esperavamos. Fiquei convencido que tinha dito alguma coisa , mas agora ao retornar vejo que não, pois bem:
Este, já eu sabia que vinha e ainda bem que o fizeste pois assim alarga-se o leque dos visitantes e a Pina Bausch, bem o merece.
Deixa-me dizer-te que deve ter sido um excelente dia de Verão, pois até agora, só eu!
Onde andam os outros?

Emiele disse...

Pois foi, amigo Zé Palmeiro, eu 'programei' isto pare entrar antes das 10 mas não muito antes. Imaginei que muito antes a malta estivesse a dormir...
E realmente hoje passaram por cá pouco mas não levo a mal. Afinal eu própria não estive cá!
:)

Podia ter escrito alguma coisa no próprio dia, mas preferi escolher como «música de Domingo», e assim ficou uma homenagem no sítio mais próprio...

Emiele disse...

Ah esqueci-me de dizer que quando se «vê antes» não dá para confirmar o tamanho do vídeo, de modo que só agora vi que «transbordava» da coluna.
Corrigi, mas estive quase a deixar ficar, para se acompanhar melhor a arte que ela representava.

fj disse...

Com atrazo, uma esplêndida ideia.

Maria disse...

Pensava não comentar, sei que fazes questão em nos dar réplica e já o fizeste. No entanto, Pina Bausch tal como tu o merecem. Eu sou duma geração ligada, de certa maneira, ao meio do espectáculo que foi acompanhando a "mudança"
que nos fez ver e fazer arte de outra forma e “Pina”, para a dança contemporânea, foi uma "revolucionária"- uma referência que marcou os nossos coreógrafos e bailarinos - Jorge Salavisa, Rui Horta, Olga Roriz, Paulo Ribeiro e outros mais jovens - são fruto dessa nova "linguagem". Quando vivia em Lisboa assisti a alguns espectáculos dela, era uma Artista singular!
Não será esquecida!!!

Emiele disse...

Sabes Maria, para mim a descoberta da dança moderna foi com o Maurice Béjart. Fiquei maravilhada, há umas décadas. Depois veio a Pina Bausch, e vi que se pode ir ainda mais longe.
Um espanto!

(minha amiga, eu gosto muito quando dão aqui uma opinião, mas fica à vontade para não o fazeres, é claro! eu sei bem, que há muitos que passam por aqui mas não entram nas caixas, e entendo muito bem porque eu própria nem sempre digo nada nos blogs por onde passo!!!)
:)

Maria disse...

O que eu não queria, uma vez que estava atrasada (já tinha dito no outro post e lá mesmo comentei o Magritte) era que voltasses a pronunciar-te uma vez que já o tinhas feito, de resto sempre que posso e sei deixo a minha impressão e com muito gosto.
Boa noite!