quinta-feira, março 19, 2009

Dia do Pai



Apesar do santo escolhido ser um padroeiro duvidoso (pelo que dizem não era o verdadeiro pai do filho da sua mulher) o certo é que hoje é o Dia do Pai. Se há Dia da Mãe e não pode haver Mãe sem Pai, nada mais justo...
É certo que todos que nascemos temos um Pai. E muitos de nós temos filhos, tornando-nos também pais. Um ciclo muito grande, infindável.
Sabemos que muitas vezes somos o que somos por termos tido os pais que tivémos. Por identificação, por contraposição, é Ele que define muito da nossa personalidade, que nos marca para sempre.
Ou quase sempre.
Haver UM dia é pouco, mas é um símbolo.
Um grande abraço a TODOS OS PAIS.

8 comentários:

fj disse...

Linda a imagem

Emiele disse...

Eu gostava era de ter encontrado uma onde se visse a cadeia das gerações, mas não consegui.
Porque somos Pais com pirralhos pequeninos, mas com homens e mulheres adultos também, somos sempre pais desde o momento em que nos nasce um filho.

King disse...

Pois, sinto-me «ensanduichado»
:)
Uma ternura imensa pelo meu «velhote» e o sentir-me alvo da ternura dos meus filhos.
É bom.
Retribuo o abraço!

Mary disse...

Realmente o «santo padroeiro» dá azo a algumas piadinhas...

E, com tanta coisa com o Dia da Mãe, ou há igualdade de géneros ou então ...

Viva o Pai!

AB disse...

A metafora do pai duvidoso serve a todos os pais."Mater semper certa" pater nem por isso.Portanto o dia é a homenagem a uma Ideia de Pai o que dá para muitas variantes.Quanto à música celestial que acompanha ests dias "pai" e "mãe"não haverá necessidade de renovar o reportório?Ou tornamo-nos chorões com a idade?Claro que amamos os pais(alguns),claro que amamos com bastante mais incondicionalidade os filhos, mas estas elegias familiares com soluço como acorde principal mais a componente comercial (gravata,after-shave?angustia suprema)já não (me)colhem.AB

zorro disse...

«Os filhos da minha filha meus netos são, os do meu filho serão ou não» também se diz.
OK, mas algum pai houve, mesmo que fosse uma pombinha branca. Sem pai nenhum (até de proveta) é que a coisa não vai.

Claro que a conversa das prendinhas, enjoa. Até nos infantários fabricam-se canecas de lápis e porta-chaves com grande falta de imaginação. mas se excluirmos essa parte gosto do carinho, gosto de recordar o meu pai, e aceitar o beijinho do meu filho.

josé palmeiro disse...

AB, lembraste-me o meu pai, que ao apresentar-me a terceiros, quando lhe perguntavam se eu era seu filho, dizia invariavelmente:"...pelo menos, amãe, diz que sim!".
Eu que já sou avô, sinto as coisas a duplicar.
Foi bom ser pai!
É muito bom, ser avô!
Agradeço e retribuo o abraço!!!

Alex disse...

Hoje voltei cá, porque ontem não deu nem para respirar, só para vir discordar contigo abertamente no que se refere ao seguinte:

"PADROEIRO DUVIDOSO" ????

Ó mulher, tu queres mais "pai" do que aquilo? Quem é que safou o puto e foi para o Egipto? Quem é que sustentava aquela casa? Quem é que andava feito doido à procura do chavalito quando ele se pirava para discutir com os "doutores"?Etc, Etc.

Desculpa lá Emiéle mas acho que se há padroieiro bem padroado é este.