Quando um jovem se distingue pela positiva ( muitíssimo ‘positiva’ até!) é caso de festa.
Um estudante de 18 anos não vai ter a menor dificuldade em entrar para o curso que quer: o seu professor da disciplina de projecto, deu-lhe a nota 20 «porque não podia dar mais».
Aliás ele deve estar habituado aos 20, uma vez que coleccionou mais quatro «vintes»
Palmas para este futuro engenheiro!
Sabe bem começar o dia com uma boa notícia.
Um estudante de 18 anos não vai ter a menor dificuldade em entrar para o curso que quer: o seu professor da disciplina de projecto, deu-lhe a nota 20 «porque não podia dar mais».
Aliás ele deve estar habituado aos 20, uma vez que coleccionou mais quatro «vintes»
Palmas para este futuro engenheiro!
Sabe bem começar o dia com uma boa notícia.
Logo assim de repente quando vi ese fatinho tão aprimorado e a mão tão oficialmente estendida pensei que o futuro engenheiro fosse outro...mas é bestial ...merece mesmo não ir nunca para a politica.AB
ResponderEliminarO puto deve ser mesmo muito especial. O entusiasmo dos professores é significativo, e a ideia do robot parece ser um invento interessante. Oxalá ele continue e lhe dêem meios para concretizar a sua criatividade.
ResponderEliminarPois é, AB, engenheiros é como os chapéus. Parece que há muitos.
ResponderEliminarDepois do que diz a AB, mais palavras não fazem sentido.
ResponderEliminarTambém penso que os engenheiros da política são de outro material.
ResponderEliminarMas convem celebrar mesmo este "Futuro".Palmas!AB
ResponderEliminarOxalá ele cumpra as esperanças que se anunciam. Engenhoso é de certeza. Mas nós não costumamos tratar lá muito bem os inventores...
ResponderEliminarFico espantado quando vejo médias de curso de 18/19/20, porque eu também fui estudante e nunca conheci nenhum aluno desses.
ResponderEliminarHavia uma disciplina em que eu ia uns 2 anos à frente na matéria que estava a dar na escola (num curso específico: uma língua estrangeira). Poderia ser eu a dar a aula em vez do professor, pois não teria qualquer dificuldade. Houve até um caso em que o professor me marcou um erro onde eu tinha a certeza estar correcto e ser uma expressão idiomática bastante utiidada. Poderia prová-lo mas não o fiz. Contudo, nunca consegui nota superior a 19. Sempre houve alguma coizinha que me escapou durante os testes. É evidente que na altura da correcção dava logo conta do lapso.
Assim, ainda me custa a crer que existam realmente esses fenómenos, mas pelos vistos há!
Zé da Burra o Alentejano