quinta-feira, julho 05, 2007

Uma luz que se acende

Actualmente a doença de Parkinson atinge vinte mil portugueses e "prevê-se que os números tripliquem dentro de 50 anos". Sinistro, porque é uma doença terrível, sem cura e cujo avanço até agora dificilmente se trava. Cada vez mais famílias se vêm a braços com alguém atingido por ela, que naturalmente causa primeiro sofrimento ao próprio, mas também desorganiza completamente a vida familiar quando o estado se torna mais avançado. Parece que se encontrou agora «uma proteína capaz de travar o processo degenerativo associado à doença de Parkinson» Não se trata de cura, o que é ainda um sonho, mas ao menos não piorar mais.
Oxalá a esperança se confirme.

Infelizmente, por motivos familiares, estou próxima de uma situação dessas e posso bem avaliar o sofrimento que a vários níveis ela conduz.

4 comentários:

  1. Já num outro post tinhas dado esse lamiré de que tinhas um familiar com essa doença.
    Terível doença, como todas as do foro neurológico. Oxalá se comece a encontrar algum alívio.

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  2. Tal como noutras, sabemos que a investigação, não para, mas, quando por dentro das coisas, a lentidão, parece eterna. Esse estudo, mostra-nos uma luzinha ao fundo do túnel, que essa luz se torne brilhante e forte, porque o sofrimento prolongado, destroça qualquer um.

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  3. Mas mais uma vez é necessário combater o hábito mais perigoso que a maioria das pessoas tem... quando se sentem com uma constipaçãozita vão a correr para o médico mas se sentem uma coisa que percebam que pode ser um pouco mais grave aí primeiro que entrem no consultório é uma eternidade! Já não chega o tempo que muitas das vezes temos de esperar por uma consulta ainda andamos a adiar a sua marcação... e na saúde (saúde mesmo) não há burocracias, o que tem que acontecer acontece e não espera!

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  4. Olha Farpas, não só tens razão na generalidade, como tens autoridade para falar, dado a tua história de saúde.
    É mesmo verdade que há quem diga com ar definitivo «não gosto de hospitais» como se alguém GOSTASSE...?!!
    Contudo realmente há doenças cujo 'tratamento' é apenas adiar um pouco mais o final, e sobretudo os doentes são sempre diferentes de caso para caso.
    No caso do Parkinson reconheço que «ando a bater mal» agora, mas tenho as minhas razões. É doença muuuito complicada!

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