sábado, novembro 14, 2009

Boas Notícias

Não se será exactamente uma «boa notícia» mas é pelo menos interessante. Uma «boa sugestão».
É que quando «o negócio é números», quero eu dizer quando «o negócio é dinheiro», muita coisa muda de figura.
Li por aí que investir milhões para proteger a diversidade da vida animal e vegetal permitirá, a longo prazo, um retorno do investimento cem vezes superior
Uau!
Um retorno do investimento cem vezes superior? Se eu pensar nos tostões que tenho (ou gostava de ter...) no Banco, a coisa sorri-me. É um graaaande investimento.
Então talvez valha a pena realmente começar a proteger essa vida animal e vegetal em risco. Mesmo que seja por uma razão 'egoísta' - ou menos idealista digamos assim.
Era uma boa ideia.
A Terra agradecia.


10 comentários:

  1. Sim, Emiéle, a notícia é boa, mas é velha, tão velha quanto eu ou, de certeza, ainda mais.
    Lembro-me, do meu/nosso Alentejo, quando nos finais de 50, inícios de 60, do séc. passado, se começou a desertificar, humanamente, dadas as imensas levas de migrantes, que, em busca de melhores salários e condições de vida, vinham para os arredores de Lisboa, ajudar a construir aquela selva de betão que hoje a envolve, deixando os campos ao abandono. Nesse tempo, ninguém pensou as consequências que daí adviriam, e elas cá estão. Por isso a notícia é tão interessante quanto de uma certa idade. Mas, nunca é tarde, para aprender, esperemos!!!

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  2. Bom Dia, amigo!
    Hoje o post foi daqueles que estavam 'programados' e entrou sozinho à hora que marquei; eu só agora vim aqui à net ver se estava tudo em ordem, e já encontrei o teu comentário.
    ........
    O que eles dizem ali no estudo (e este dá para acreditar porque até é «apoiado pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente» não é apenas que desinvestir traz graves inconvenientes - como tu relembras aqui - mas, o que parece importante, é que investir traz vantagens económicas. Com esse isco, talvez (talvez!!!) as políticas mudem!
    Um abraço.

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  3. O desenho é fantástico!!!!
    Não se consegue ver o nome do desenhador.

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  4. É obvio e hoje ninguem tem dúvidas , o tempo da destruição da natureza tende a acabar ou então é ela que acaba connosco!
    O retorno é enorme em saude e catástrofes naturais
    Os "donos" do mundo, têm de saber tomar decisões que levem á correção dos maus tratos . Espero bem que sim, tenho fé e esperança!

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  5. Alguns dos «segredos do Pópulo» vão sendo desvendados assim, a pouco e pouco... :) Quero eu dizer, os posts entrarem ao fim de semana a uma hora tão certinha, tão certinha! Afinal é só uma questão de programação, ela crta o relógio para as 9 e 30 e pimba! játá!
    :)
    Também me parece o boneco espectacular, e mesmo próprio para o texto. Não vou muito por provérbios, mas não se diz que «água mole em pedra dura»? tanto se vai falando que algum resultado aparece.

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  6. Mas a pedra é mesmo muito dura, Joaninha. Um calhau daqueles!!!
    O Palmeiro lembra a desertificação do interior e é bem lembrado. Creio que agora se está a tentar fazer o movimento inverso e motivar as pessoas a irem para os pequenos lugares, mas não é fácil.
    Contudo acredito que seja possível. Porque uma certa qualidade de vida é já valorizada por muita gente, mesmo gente muito jovem. E agora mesmo em pequenas aldeias com as facilidades de comunicação - net e telemóveis - nunca se está sozinho.

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  7. Adorei a ilustração! :)

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  8. Estava tão embalado na minha tese, que nem refer a ilustração.
    Magnífica, para não variar e a mais apropriada, porque bem exemplificativa do que se passou e se espera vir a passar.

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  9. Gostei da imagem, está muito bem esgalhada.

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  10. Bom Dia, amigos.
    Fico satisfeita que gostassem da ilustração - quase confesso que escrevi o texto para ter pretexto para ela... :)
    Este boneco faz parte de uma colecção que recebi num FW há uns tempos. São uma série de 'caricaturas ecológicas' mas não se consegue ler o nome dos desenhadores. E não posso também deixar um link dizendo «é daqui» porque recebi a coisa por email...
    ................
    O sem-nick tem razão, começa a notar-se -muito levemente - o movimento inverso, de se procurar para viver locais mais afastados. E também concordo que isso se torna possível pela melhoria das comunicações.

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