
Nós hoje viajamos muito e muito depressa.
É bom.
Torna o mundo mais pequeno, ficamos mais perto uns dos outros, podemos conhecermo-nos melhor. Há aviões para todo o lado, todos os dias e várias vezes por dia muitas vezes até. Enquanto há 100 anos já não era mau ir-se de passeio a Espanha, mas a Paris só alguns eleitos – para não falar noutros países da Europa que só se conhecia de nome, ou gente com muitos meios – hoje qualquer adolescente pelo menos num Inter-rail já viajou por quase toda a Europa, e assim que consegue juntar mais uns tostões arranja uma viagem low cost e vai por esse mundo além!
É sinal de abertura, de aceitar a gostar de novos horizontes.
O pior é o reverso. Assim como as pessoas viajam com muita facilidade os bacilos e as doenças também. Deixou de se poder pensar em «quarentenas» porque ainda antes de as barreiras estarem levantadas já 'a coisa' se espalhou.
Este problema da gripe que surgiu no México é um modelo do que pode acontecer.
Surge uma doença contagiosa no México. E ainda por cima, diferentemente de outras mais conhecidas, esta ataca jovens adultos saudáveis - grande ameaça.
Mas quase antes de haver alarme e as organizações responsáveis falarem em «ameaça de saúde pública de nível internacional» já se sabe que pode haver casos nos EUA e Canadá o que, enfim, é no mesmo continente, mas também em França, ou Escócia, ou Nova Zelândia, ou Israel, ou ...
É o reverso da medalha.
É bom.
Torna o mundo mais pequeno, ficamos mais perto uns dos outros, podemos conhecermo-nos melhor. Há aviões para todo o lado, todos os dias e várias vezes por dia muitas vezes até. Enquanto há 100 anos já não era mau ir-se de passeio a Espanha, mas a Paris só alguns eleitos – para não falar noutros países da Europa que só se conhecia de nome, ou gente com muitos meios – hoje qualquer adolescente pelo menos num Inter-rail já viajou por quase toda a Europa, e assim que consegue juntar mais uns tostões arranja uma viagem low cost e vai por esse mundo além!
É sinal de abertura, de aceitar a gostar de novos horizontes.
O pior é o reverso. Assim como as pessoas viajam com muita facilidade os bacilos e as doenças também. Deixou de se poder pensar em «quarentenas» porque ainda antes de as barreiras estarem levantadas já 'a coisa' se espalhou.
Este problema da gripe que surgiu no México é um modelo do que pode acontecer.
Surge uma doença contagiosa no México. E ainda por cima, diferentemente de outras mais conhecidas, esta ataca jovens adultos saudáveis - grande ameaça.
Mas quase antes de haver alarme e as organizações responsáveis falarem em «ameaça de saúde pública de nível internacional» já se sabe que pode haver casos nos EUA e Canadá o que, enfim, é no mesmo continente, mas também em França, ou Escócia, ou Nova Zelândia, ou Israel, ou ...
É o reverso da medalha.
Seria bom que não se entrasse já em alarme.
ResponderEliminarMas tens razão, se fossem só os que puderam ou quiseram ir passear ao México, era mau, mas restringia-se a questão. Mas se esses podem 'pegar' aos outros, a bola de neve não vai parar. É importante a informação e não se escamotear a coisa, mas também é perigoso o alarme.
Vamos ver...
ResponderEliminarA das galinhas (porque raio têm sempre nomes de animais?!) foi mais o susto do que outra coisa. Houve uns casos, mas nada de assustador.
esta está já a ter mais impacto, mas vamos a ver. Afinal nos EUA não morreu ninguém!
Vamos ter calma, mas não é fácil.
ResponderEliminarOs media descobriram um novo tema, este vai dar pano para mangas!!!!
Tem de haver sempre qualquer sensacionalismo na forja!
É preciso estar alerta claro, principalmente as entidades oficiais obviamente, Mas nós por cá parece-me que podemos estar mais sossegados, dado a triagem ser feita pelos nossos vizinhos espanhóis, pelo menos no que toca aos voos da Ibéria.Mas as noticias já falam de casos em Espanha e é assunto para levar a sério, mas com calma..
ResponderEliminarBom, nós já cá temos a pandemia há muito tempo, tempo demais, diria até. Eu que o diga, ando com uma "gripe socrática", que não vejo forma dela ma livrar, pois o virús transmuda-se, com grande rapidez.
ResponderEliminarQuanto á suína, concordo na sua perigosidade e na possibilidade de alastrar pelos argumentos que citas, mas vamos ter calma, cuidado com os ajuntamentos, não se esqueçam que mais de dois, é proibido e que foi assim que o virús se alojou, quase cinquenta anos.
Calminha e caldos de galinha.
ResponderEliminarAfinal o pobre do porco não tem qualquer culpa... podemos com~e-lo à vontade!
E nada de pânico, apesar dos títulos das notícias.
Eu escrevi isto, por um lado porque achei curioso como realmente a «globalidade» deste nosso mundo tem as suas facetas más, e por outro porque me parece que os media estão a encher as velas dos barcos para partirem para mais uma cruzada de pânico geral!
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