quinta-feira, outubro 09, 2008

Praxes cívicas

Não sou uma admiradora das praxes.
Não lhes acho grande graça, não se usavam quando eu estudei e aquilo que tenho ouvido não ajuda nada a que venha a simpatizar com essa «forma de integração» (???) na sociedade académica.

Mas parece que a pouco e pouco algumas Escolas parecem interessadas em 'redimir' a imagem negativa que existia das praxes.
Primeiro foi em Medicina, em Lisboa, onde foi pedido aos caloiros que fossem perguntar a alguns transeuntes se não se importavam de serem dadores de medula óssea.
Uma boa prática. Importante. Útil.
E agora os
caloiros da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Beja uma das quatro do Instituto Politécnico local, vão ser praxados quinta-feira com plantação de árvores na cidade e trabalhos de limpeza da mata municipal.
Bem, com escolhas de praxes destas, - desde que se vá voluntariamente - a imagem começa a ficar mais construtiva, não haja dúvida...


3 comentários:

  1. Eu estou como tu.
    No «meu tempo» só havia praxes em Coimbra - também eram os únicos que se 'fardavam' de estudantes - e a malta no resto do país não ligava peva.
    Agora a coisa pegou.
    E vai por aí abaixo. Daqui a pouco já temos praxes para entrar no Jardim-escola...
    Claro que «se não os podes vencer junta-te a eles» e este esquema de umas praxes cívicas como lhe chamaste pode alterar alguma coisinha.
    A ver vamos.

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  2. É isso, king!

    Não me tem sido fácil, habituar-me.

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  3. Estou, com voçês os dois.
    Relativamente às praxes no "Jardim de Infância", já nada me admira, se ele até já há, "benção das pastas"!

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