Disse aqui a Mar aquilo que, desde que quando começou o estardalhaço da notícia, andava eu a pensar.
A conversa sobre o anonimato e a zanga disparatada que aqui há uns tempos num programa de tv mostraram o Moita Flores e o Miguel Sousa Tavares, aparentando um grande desconhecimento do que se passa na blogosfera e metendo tudo no mesmo saco, é uma coisa. A completa impunidade de uma calúnia provada, só porque quem calunia é inidentificável, é outra.
Claro que a opinião é minha, exclusivamente minha, como aliás tudo o que aqui escrevo.
E, quando foi o caso do tal programa, censurei vivamente os participantes (se calhar até levaram tempo de antena excessivo aqui no nosso mundo) por falarem quase histericamente sobre o anonimato de alguns bloggers. Porque já se sabe que esse anonimato é um direito (pelo menos na minha opinião) e até em jornalismo, onde as responsabilidades são outras, pode haver repórteres e jornalistas que usem pseudónimos e não sejam reconhecidos pelo público que os lê.
Só que andam misturadas muitas confusões.
Se uma coisa é a censura, nem que seja a auto-censura, e com tal não pactuarei, outra coisa é, ao abrigo de se dispor de uma arma ‘secreta’ se poder caluniar e atacar seja quem for com completa impunidade.
O que consegui ver de raspão sobre o famoso (?) blog, leva-me a concordar com o termo da Mar: um vómito. Não vejo que se possa defender quem o solta. Apesar de fechado aquele, a criatura poder abrir outro semelhante…
Donde seria bom moralizar esta coisa que nos prejudica a todos, e a imagem que pode haver desta comunidade.
Mas será de facto uma comunidade?
A conversa sobre o anonimato e a zanga disparatada que aqui há uns tempos num programa de tv mostraram o Moita Flores e o Miguel Sousa Tavares, aparentando um grande desconhecimento do que se passa na blogosfera e metendo tudo no mesmo saco, é uma coisa. A completa impunidade de uma calúnia provada, só porque quem calunia é inidentificável, é outra.
Claro que a opinião é minha, exclusivamente minha, como aliás tudo o que aqui escrevo.
E, quando foi o caso do tal programa, censurei vivamente os participantes (se calhar até levaram tempo de antena excessivo aqui no nosso mundo) por falarem quase histericamente sobre o anonimato de alguns bloggers. Porque já se sabe que esse anonimato é um direito (pelo menos na minha opinião) e até em jornalismo, onde as responsabilidades são outras, pode haver repórteres e jornalistas que usem pseudónimos e não sejam reconhecidos pelo público que os lê.
Só que andam misturadas muitas confusões.
Se uma coisa é a censura, nem que seja a auto-censura, e com tal não pactuarei, outra coisa é, ao abrigo de se dispor de uma arma ‘secreta’ se poder caluniar e atacar seja quem for com completa impunidade.
O que consegui ver de raspão sobre o famoso (?) blog, leva-me a concordar com o termo da Mar: um vómito. Não vejo que se possa defender quem o solta. Apesar de fechado aquele, a criatura poder abrir outro semelhante…
Donde seria bom moralizar esta coisa que nos prejudica a todos, e a imagem que pode haver desta comunidade.
Mas será de facto uma comunidade?
Mas apagaram um blog?Vomitável?Mas andam a preparar a censura?Fazem mal, porque se existe sociedade vigiada é esta, e a informação mais genuina(tb.passa pela desinformação,banalidade Etc)está ao dispor de quem queira saber e inventariar exactamente na tal comunidade blogosférica...Nem "espiar" sabem?Arre!!!AB
ResponderEliminarCom a auto-censura Emiele é dificil pactuar ou não pactuar porque não sabes onde ela começa e acaba....AB
ResponderEliminarCertíssimo.
ResponderEliminarSe há 'sociedade vigiada' é mesmo esta, que está bem exposta.
Mas também me parece certo que se aparece uma pura calúnia, o caluniado possa (e deva) defender-se no mundo real.
Quem escreve aqui é gente de carne e osso. Até no second life...
É, uma posição interessante , não sei se concordo.
ResponderEliminarO direito ao anonimato parecia-me adquirido, embora o mesmo me repugne.O pior destas coisas é que se pode começar "corretamente", mas logo a seguir está-se numa censura, ou a provocar auto-censura,estado ideal para este tipo de regimes...
OK, AB, expliquei-me mal: haver condições para que se exerça uma auto-censura para além do que é normal que exista.
ResponderEliminarPorque há uma zona onde é natural que uma pessoa com determinados valores se coiba de dizer o que lhe passa pela cabeça, depois é o resto. O 'ter medo' de o fazer pelas consequências.
FJ, eu sou das que defende o anonimato, atenção. Por algum motivo assino Emiéle. E por algum motivo, aqui na blogosfera só me dei a conhecer a duas ou três pessoas.
ResponderEliminarMas uma coisa é na generalidade ter-se a liberdade de se poder falar sem se ligar o nome à pessoa, outra coisa é nunca a nível nenhum se saber quem se pode acusar se disser barbaridades. Não sei exactamente como (em tempos falou-se numa espécie de provedor, ou coisa assim) mas que podia - ou devia - haver um limite, parece-me bem. Uma coisa 'interna' talvez, de modo a salvaguardar o que pensas que seria uma situação que poderia vir a servir um regime autoritário.
Isso claro que não.
Pois eu quando li a notícia ainda quis ir lá ver, mas já não tive acesso.
ResponderEliminarContudo, pelo que percebi, já nasceu outro do mesmo homem. E não dá fazer um «contra blog X»? A desmentir a coisa?
Fui ao «Ponto sem nó» atrás do teu link, mas lá não cheguei ao blog. Aliás ela tem razão, quanto mais se fala mais publicidade se faz.
ResponderEliminarE quanto menos se ligar melhor. Como disse aqui a Mary, se é fácil fazer um blog, porque não criar um que desminta o outro?...
Concordo e subscrevo a opinião do King.
ResponderEliminarCá por mim também acho que quanto menos se falar no tipo melhor.
ResponderEliminarEu ouvi falar mas não liguei.
Desde que não apaguem o Pópulo...
:D