Cada vez há menos caixas. Temos os isqueiros e afinal é para quem fuma, e pelos vistos procura-se que se fume menos. Mas quando havia caixas havia muita gente que realmente metia os queimados lá dentro. Não em compartimentos diferentes, é certo...!
A minha mãe, tinha esse hábito, mas era num cinzeiro que estava junto ao fogão. Para os fumadores, utilizadores de caixas de fósforos, parece-me uma solução inteligente e limpa.
Já agora, deixem-me lembrar que havia "meninos" que derrubavam um "garrafanito" de cinco litros, roendo um caroçinho de azeitona. Eram mesmo muito poupadinhos...
Zé, o que a tua mãe devia fazer era guardar esses fósforos ardidos para depois os usar, acendendo um lume aproveitando um que já estivesse aceso. Fazia parte das poupanças de antigamente (e até hoje há quem faça...) Claro que aqui é uma brincadeira, mas olhem que a ideia da Joaninha, os maços com reservatório de beatas não era má ideia. As azeitoneiras com um cantinho para os caroços, são bem engraçadas, e de facto está na mesma linha.
Tens toda a razão, Emiéle, essa a principal razão. O pós-guerra, e as dificuldades sentidas, nesse tempo, deixou hábitos. Hoje para lá caminhamos, a passos mais largos do que muitos pensam.
Cada vez há menos caixas. Temos os isqueiros e afinal é para quem fuma, e pelos vistos procura-se que se fume menos. Mas quando havia caixas havia muita gente que realmente metia os queimados lá dentro. Não em compartimentos diferentes, é certo...!
ResponderEliminarA minha mãe, tinha esse hábito, mas era num cinzeiro que estava junto ao fogão. Para os fumadores, utilizadores de caixas de fósforos, parece-me uma solução inteligente e limpa.
ResponderEliminarAgora já percebi então porque é que a minha filha deixa os fósforos queimados na caixa. É poupadinha!
ResponderEliminarPor acaso este é o principio das azeitoneiras alentejanas...uma parte para a azeitona e outra para o caroço.Verdade Zé Palmeiro?AB
ResponderEliminarMais que verdade, A.B., e feitas no Redondo ou em S. Pedro do Corval.
ResponderEliminarJá agora, deixem-me lembrar que havia "meninos" que derrubavam um "garrafanito" de cinco litros, roendo um caroçinho de azeitona. Eram mesmo muito poupadinhos...
ResponderEliminarE já pensaram, um maço de cigarros com uma zona para guardar as beatas?...
ResponderEliminarBem visto!
ResponderEliminarClaro que conheço quem os arrume lá dentro da caixa mas todos à misturada. Assim separados é que não... Ehehehehe!!!
Descobres umas espantosas!!!
ResponderEliminarÉ mesmo arrumação. Impecável...
Zé, o que a tua mãe devia fazer era guardar esses fósforos ardidos para depois os usar, acendendo um lume aproveitando um que já estivesse aceso.
ResponderEliminarFazia parte das poupanças de antigamente (e até hoje há quem faça...)
Claro que aqui é uma brincadeira, mas olhem que a ideia da Joaninha, os maços com reservatório de beatas não era má ideia.
As azeitoneiras com um cantinho para os caroços, são bem engraçadas, e de facto está na mesma linha.
Que coisa bonita, Emiele!
ResponderEliminarTens toda a razão, Emiéle, essa a principal razão. O pós-guerra, e as dificuldades sentidas, nesse tempo, deixou hábitos. Hoje para lá caminhamos, a passos mais largos do que muitos pensam.
ResponderEliminarate é um boa ideia, sim senhor! e bem poupadinha e ecológica! =)
ResponderEliminarbeijinhos