sábado, maio 19, 2007

Chamava-se Catarina






Foi há 53 anos.
Tornou-se uma lenda, a figura da resistência camponesa ao fascismo.
Assassinada pela GNR quando exigia pagamento justo para o seu trabalho.
Para que não se apague a memória nem se branqueie o passado!

6 comentários:

  1. tanto quanto sou capaz de recordar tens escrito sempre neste dia. Fui espreitar ao «outro Pópulo» e lá está, e creio que no Afixe também o ias dizendo.
    Olha Emiéle, não é por ti que se apaga coisa nenhuma! És a nossa memória!

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  2. Obrigada, Raphael.
    Pelo menos tento que não se esqueça, quando acho importante.

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  3. Que não se apague a memória.
    Sempre em Luta

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  4. Obrigada pela visita Ludovicus.
    Vamos lutando sim, enquanto tivermos força não se desiste!

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  5. Depois da ronda habitual, não mais cá voltei e perdi o escrito mais importante. Tu és, como diz o Raphael, a nossa memória!
    Nunca me equeço de CATARINA, mas a data do seu assassinato, não a tinha na memória.

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  6. falta dizer que estava grávida de 8 meses.

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