domingo, dezembro 31, 2006

São contas fáceis

Está tudo dito.

8 comentários:

  1. Olá Emiéle. Não resisto a citar aqui Jorge Palma:

    Ai, Portugal, Portugal
    De que é que tu estás à espera?
    Tens um pé numa galera
    E outro no fundo do mar
    Ai, Portugal, Portugal
    Enquanto ficares à espera
    Ninguém te pode ajudar

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  2. A propósito.
    O que me impressiona é tanta gente adoptar a política da avestruz - cabeça no buraco e o que não vê não existe. Ou então, posição infantil, «os outros« que decidam ou resolvam.
    (Aviso a quem passar por aqui, digo 'tanta gente' porque olho à minha volta, mas é evidente que há também muitos que não estão nada resignados! Não pretendo generalizar!!)

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  3. "Só há liberdade a sério
    quando houver,
    Liberdade de morar e decidir
    Quando pertencer ao Povo
    O que o Povo produzir..."

    Na senda do miguel, eu passo pelo Sérgio Godinho.

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  4. Há já tempos que é assim, mas não tão descaradamente. O nosso «poder de compra» (que é isso???) há muito que não é tão baixo...

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  5. Já não me lembro bem, mas tenho a vaga ideia de que poder de compra era o cabaz do que se podia comprar com determinada quantia de dinheiro. Agora já nem se pode falar em cabaz...fj.

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  6. Atão não viste? O «cabaz» é um mini bolo-rei, passas e pinhões com mofo. Pelo menos foi o que deram às tais famílias lá no Norte!

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  7. Pois é, vira o dico e toca o mesmo já que foram aqui citados dois grandes músicos portugueses.
    Mas sinceramente não sei onde isto vai parar...

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  8. Célia, eu não queria dizer «no fundo» mas é o que estou a pensar...
    E, vamos lá, quando se toca no fundo depois o caminho é para cima, não é...?

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