Dia da Criança
Como todos os «Dias de ...» (da Mulher, da Mãe, do Pai)
Mas estamos também fartos de saber que é simplesmente simbólico.
Meninos que nos ocorrem:

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Júlio Resende
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Postado por cereja às 07:24 19 comentários
OK. Fazia sentido, portanto lá fui rumo à Gomes Freire. Experiência nova, nunca tinha entrado aquela porta, mas fiquei bem impressionada. Para além de ter de passar por um detector como nos aeroportos, o que é natural, a recepcionista foi muito amável, fui atendida imediatamente por um inspector, jovem e muito simpático. Quando disse ao que ia, levantou os olhos ao céu «mais um caso!» e disse-me que têm sido imensos. Perdeu quase uma hora comigo, registou tudo o que disse apanhando o essencial, sem nada a mais, e o auto final que li e assinei estava impecável.
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andam por aí) descobrem de novo a pólvora seca: o destino está traçado e desta vez é nos genes. Os filhos de pais inteligentes serão inteligentes, o dos pouco dotados serão burros faça-se o que se fizer. Que bela selecção de raça! Claro que mais tarde se resolverá a questão do caso dos irmãos, onde um é genial e outro um pobre coitado. A solução dessa questão virá depois, calculo.
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Los Poetas Andaluces de Ahora
Balada para los poetas Andaluces de hoy
Qué cantan los poetas andaluces de ahora?
Qué miran los poetas andaluces de ahora?
Qué sienten los poetas andaluces de ahora?
Cantan con voz de hombre, ¿pero donde están los hombres?
con ojos de hombre miran, ¿pero donde los hombres?
con pecho de hombre sienten, ¿pero donde los hombres?
Cantan, y cuando cantan parece que están solos.
Miran, y cuando miran parece que están solos.
Sienten, y cuando sienten parecen que están solos.
Es que ya Andalucia se ha quedado sin nadie?
Es que acaso en los montes andaluces no hay nadie?
Qué en los mares y campos andaluces no hay nadie?
No habrá ya quien responda a la voz del poeta?
Quién mire al corazón sin muros del poeta?
Tantas cosas han muerto que no hay más que el poeta?
Cantad alto. Oireis que oyen otros oidos.
Mirad alto. Veréis que miran otros ojos.
Latid alto. Sabreis que palpita otra sangre.
No es más hondo el poeta en su oscuro subsuelo.
encerrado. su canto asciende a más profundo
cuando, abierto en el aire, ya es de todos los hombres.
Rafael Alberti
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Um vídeo fabuloso!
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