confissão
1- Todos nós costumamos generalizar (cá vem uma generalização, para prova...)
Eu evito muito, mas tenho a certeza de que volta não volta caio nessa coisa de me referir a uma espécie qualquer tomando a parte pelo todo. Sabem…? Os vegetarianos. As porteiras. Os informáticos. As teenagers.
Mas é sabido que o mais vulgar é um homem dizer …«as mulheres são assim ou fazem assado» e uma mulher usar a perspectiva simétrica «os homens são… ou pensam… ou acham…» etc. É um modo de falar em que, ‘generalizando’ [ehehe!], se pode dizer toda a gente cai.
Bem, mas isto é o prelúdio do que venho contar.
2 - Acontece-me de vez em quando, e aconteceu de novo ontem por exemplo, que às vezes me dizem «as mulheres» isto ou aquilo e eu sei no meu íntimo que até é verdade. Estilo «metem tudo na carteira e aquilo fica uma confusão» ou «levam um tempão a arranjar-se quando vão a uma festa».
Ora admito que muitíssimas, a maioria das mulheres que conheço encaixam nesse tal modelo que estão a mostrar. Mas, em certas coisas, mesmo reconhecendo que de facto ‘somos’ assim, sei que eu não o sou. E estou a chegar ao ponto:
3 - é que quando tenho esse sentimento, aceitando que a maioria naquele ponto até é assim mas eu não sou, sinto uma impressão de exclusão, como se me interrogasse a mim mesma se serei uma falsa mulher ou coisa assim… Sou mesmo feminina?..
Gulp!
Que sensação bizarra!






























