Mostrar mensagens com a etiqueta Bola-de-sabão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Bola-de-sabão. Mostrar todas as mensagens

sábado, julho 05, 2008

Oooooh...

O caminho que o visual dos «pc» tem percorrido, é espantoso.
Eu já acho excelente os monitores LCD, fininhos, todos giros em comparação com aqueles enormes com que comecei a trabalhar. Depois os periféricos wireless, o rato sem fio, o teclado sem fio, coisa gira.
Mas encontrei agora uma maravilha, esta «coisa» que é um teclado mas não sei se podemos chamar-lhe isso porque é um teclado sem teclas.
Olhem bem para o bicho!!!
Explicam na apresentação que é um "ecrã táctil sob a forma de teclado que pode ser configurado segundo as necessidades do utilizador, o que quer dizer que tanto funciona com teclas, como com imagens, como em modo misto".
Quanto ao preço não sei nem me interessa porque isto é como uma obra de arte, não o vou comprar, só admiro. Olhem como é fácil de limpar! Já viram? Nada de pó, para não falar nas migalhinhas que, nunca sei como, me caem nos interstício das teclas. (as más línguas dizem que os teclados das mulheres se sujam muito mais!)
Ai, ai...
Fica só para ver:




sexta-feira, junho 27, 2008

domingo, maio 18, 2008

Se Lisboa ficasse na América

Volta não volta, sorrimos quando ouvimos algumas das causas de pedidos de indemnização de cidadãos americanos.
Mas desta vez solidarizei-me!
Uma mulher processou uma cidade porque filha pisou cocó de cão .
Parece que tinham ido de passeio, a filha pisou a dita porcaria, estragou os sapatos, e não fizeram o programa que tinham planeado.
A senhora quer 54 dólares para os sapatos da filha, mais 46 dólares dos bilhetes que pagou para visitar o Aquário, mais a conta do parque de estacionamento, ou seja 100 dólares.

Bem feito!

Mas se a nossa Câmara já está semi-falida, se nós seguíssemos este exemplo era a total bancarrota.

quinta-feira, maio 08, 2008

Conversas

Estavam sentadas na mesa ao lado da minha, e não pude deixar de escutar (e, se calhar também não me importei de ouvir…)

Duas mulheres de 30 e tal anos.

Falavam dos seus amores - uma delas estava em «pausa», a outra estava agora a iniciar um relacionamento. E comentavam os «defuntos».

Muito engraçado porque as reclamações eram opostas. A dos cabelos compridos tinha acabado a relação por um excesso de ‘desprendimento’. Independência sim, mas se nunca se telefonavam, se não se preocupava com ela, se não a ajudava quando precisava de ajuda, então também não precisava dele. Que fosse à vida!
A amiga, de caracóis, censurava ao dela o excesso de proximidade. Falava de «grudagem afectiva». Livra! Que chato, que ‘cola’. Uma chuva de mensagens de manhã à noite, onde estava, o que fazia, se pensava nele, com quem estava, qual a opinião dela sobre isto e aquilo… que seca!

E eu sorria, de costas para elas.

Isto de feitios é coisa complicada. Vá-se lá entender as mulheres! Seria de trocar de namorados?...


domingo, abril 13, 2008

O verdadeiro Workaholic

Para uso nos Domingos e Férias:




sábado, abril 12, 2008

Português? Brasileiro?

Olhem que afinal não é só em Portugal que há dúvidas sobre o novel acordo!
Vejam, aqui em baixo, o que também pensam os nossos 'irmãos':


(Têm de ir clicando para mudar os slides)



quarta-feira, abril 09, 2008

Receita ao alcance de qualquer homem


(Mandaram-me há minutos e não hesito em a partilhar:)


Bacalhau com Broa

Ingredientes:
Mulher, bacalhau, espinafres, broa de milho, azeite, alho,
cebola, batata e sal.

Modo de preparação:
meta a mulher na cozinha com os ingredientes e feche a porta.
Espere duas horas e seja servido.

Bom apetite!

Atenção à entrega do IRS

Mas como raio se envia isto?...




Já tá!


terça-feira, março 18, 2008

sábado, março 15, 2008

Na casa de banho

Li, já não quando nem onde, uma crónica do Miguel Esteves Cardoso que brincava com o costume que muitos de nós temos de ir ler para a casa de banho.
É um facto.

Evidentemente que estou a falar de uma ‘fatia’ especial de pessoas, de um certo nível cultural e de uma certa idade, mas isso é mesmo verdade. Muita gente, sente uma dor de barriga e, antes de se dirigir para o local indicado, deita a mão a uma revista ou a um livro. Para os ler, é claro, não é para outras funções.
Estou até a lembrar-me de umas três casas que conheço, onde essa leitura está já lá à disposição – um cesto com revistas, ou um suporte na parede para tal (falo de casas de banho de um tamanho aceitável, em casas antigas)
Por isso achei interessante este novo papel higiénico. O papel sudoku.

Não consegui saber onde se vende, mas se o descobrir já tenho uma prenda de Natal para uma pessoa!


segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Provar do próprio remédio

É claro que sabemos todos que só a experiência nos ensina verdadeiramente.
Em quase tudo!

Eu “abri” aqui o Pópulo há uns anos (os dois Pópulos juntos já dá vai um tempão) e divirto-me com esta coisa. É um ritual que sigo - não religiosamente, nem obsessivamente, mas… enfim, quando se diz um ritual tem um pouco desses adjectivos - depois da toillete da manhã, sentar-me aqui, ler o correio, ver os jornais, e opinar sobre aquilo que me ocorre. Divirto-me.
É certo que tenho algum feed-back, não apenas pelos comentários que aparecem escritos no blog, como por alguma coisa que me vão dizendo, os poucos eu sabem que tenho este hobby.
Contudo, há uma crítica que aparece de todo o lado, e que eu tenho ouvido encolhendo mentalmente os ombros «Escreves posts demais! A gente depois não consegue ler tudo e chateia-se!» Ora! Isso são manias, penso eu.

Ora acontece, que descobri um novo blog há pouco tempo, (e creio que ele, neste formato, também só terá uns meses) um blog giríssimo, que costumo visitar todos os dias.
Chama-se Cabra de Serviço com o lema "Por mais delicadas que sejamos o mundo acaba sempre por nos transformar numas cabras, de modo que mais vale nem sequer tentarmos ser excessivamente simpáticas".
Bem, mas vamos ao que interessa:
Acontece que a nossa “Ernesta” (a dita cabra considera a tal ‘importância de se chamar Ernesta’) tem uma 'embalagem' na produção de posts não inferior à minha, muito pelo contrário!

Tinha lido o seu último post, ontem pelas 10 da noite, mas hoje de manhã quando a visitei encontrei mais 10. Mais dez! de ontem para hoje…

Lá pensei: «Caramba! Como é que eu vou ler isto, com links e tudo!?? Bem feita! Estou a ponderar seriamente em reduzir aqui a produção.
Afinal, vocês tinham toda a razão! :D

quinta-feira, dezembro 20, 2007

sexta-feira, novembro 30, 2007

Quero um destes!

Já sei o que vai ser a minha prenda de Natal!
Uau!
E não deve dar chatices nenhumas, no fim é só desligar.


quinta-feira, novembro 29, 2007

E se de repente

um desconhecido lhe oferecesse flores? ao virar uma página encontrasse esta mensagem?


(clica em cima para poderes ler, se quiseres...)


domingo, novembro 11, 2007

Rápido sim

O vídeo é engraçado mas enganador.
Claro que se fez em duas penadas, (um minuto, mais exactamente) mas também é certo que não é qualquer um que faz «um quadro» daqueles.
Temos de ter antecipadamente a visualização do que vai ficar e isso é muito o mais difícil!
Mas podem experimentar:


segunda-feira, outubro 08, 2007

O asseio é muito bonito

Via a minha amiga Saltapocinhas, chegou-me esta «fábula» que não é exactamente «quem vê caras não vê corações», mas «quem vê costas, não sabe o que se está a fazer»…




Muitas vezes, quando vejo o monitor com manchas, o teclado cheio de pó, ou até com umas migalhinhas de uma bolacha que estava a acabar de comer (dizem os especialistas que os PCs das mulheres andam bem mais sujos do que os dos homens…) também me tem apetecido uma barrela destas!

sábado, agosto 11, 2007

A Melancia



Ponto prévio: eu gosto de melancia.

Posto isto, vamos lá: a melancia tem a mania!!! (rima e é verdade) Há para aí um anúncio de um iogurte que nos diz que ele imagina que é um sumo, no caso da melancia parece-me que se trata de um sumo que imagina que é fruta. E nós vamos nas cantigas dela…
A melancia é muito linda. Um verde-escuro por fora, um vermelho vivo por dentro, e pintinhas pretas para enfeitar. Os nossos olhos ficam logo deliciados só de olhar para ela.
«Ah! Que bela fruta deve ser!» pensamos nós, antes de a comer.
Depois dá-se uma dentada, e é como se se estivesse a comer o «algodão-doce» da Feira Popular, não dá para mastigar, dissolve-se tudo na boca.
«Ora esta?!? Mas para onde é que foi aquela grande quantidade de vermelho, tantas sementinhas, tanto colorido…?...»
Desapareceu em duas dentadas.
Bluff!

segunda-feira, julho 30, 2007

Nunca mais nos perdemos!

Vejam só o que as cabecinhas pensadoras dos surfistas da net inventaram.
Um mapa!

Olhem com atenção e cá está tudo – Conhecimento linha amarela, notícias linha verde, tecnologia linha encarnada, música linha azul-turquesa, …etc.

Eu acho que encontrei isto quando estava perdida …




(se clicarem em cima o mapa fica um pouco maior)

domingo, julho 22, 2007

As «vésperas»

A velha expressão (ditado?) «das festas, as vésperas» faz muito sentido para mim. Talvez por não pertencer à geração do «agora-e-já» cultivo muito a antecipação de uma coisa agradável e saboreio-a devagarinho enquanto faço os preparativos.
Neste caso refiro-me às férias.
Este período do ano só tem vantagens! Em Lisboa, o frenesim diário diminuiu para me metade. Muito menos trânsito, encontro lugar para estacionar, menos filas em todo o lado, as lojas fazem promoções. Portanto, enquanto permaneço em Lisboa, a vida diária é bem menos stressante.
E depois aproximam-se as férias!!!
É aqui que entra o tal ditado «das festas, as vésperas». Este fim-de-semana que não estou em Lisboa (não sei se aqui no Pópulo se notou a minha ausência, por não ter participado nas caixas de comentários) ando atarefada a alindar a minha casinha de férias. Limpezas, - essa parte não tem graça, mas como é para férias é bem menos chata do que se fosse uma rotina normal - arrumações, levantamento de coisas de que vou necessitar, e algumas mudanças para ficar tudo mais funcional.
Essa das ‘mudanças’ é quase ridículo numa casinha de bonecas onde não há lugar para quase nada que não seja essencial, mas mesmo assim, pode sempre imaginar-se um modo de dispor esse ‘essencial’ diferente e mais agradável.
Enfim, ando aqui a pôr em cima da bancada da cozinha os elementos fundamentais para que o bolo dos meus dias de férias seja fofinho, saboroso, não enjoativo, e me alimente bem.
Vamos lá a ver que pasteleira vou ser…


sábado, julho 07, 2007

Quando os números brincam connosco.

07/07/07

Não é nada de especial, mas já repararam na data de hoje?
Pois é!
É muito interessante porque o sete é uma espécie de «número mágico».
Desde a antiguidade e na linguagem comum, usamos o conceito SETE como sinónimo de muito ou de grande quantidade. Ter «sete vidas» ou fugir a «sete pés», por exemplo. E tão maravilhosos ele é que se multiplicam os casos onde entra o sete, desde as tais Maravilhas do Mundo, até aos Anões da Branca de Neve.
Que eu me lembre agora, existem:

Sete cores do arco-íris
Sete dias da semana.

Sete pecados mortais

Sete Artes

Sete os «sábios da Grécia»

Sete Palmos de Terra
Sete os dias da criação do Mundo


E já agora, registou-se ontem
no quilómetro 70 da auto-estrada para o Algarve, uma fila de sete quilómetros Ena pai!



(a propósito, conseguem vê-lo aqui na bola?)